Malta!
Canção de namorados, canção de amigos (a propósito já ouviram falar de " cantigas de amor", "cantigas de amigo" e até "cantigas de escárnio e mal-dizer")? Sabem que D Diniz, um dos nossos primeiros reis, foi um grande poeta? Somos mesmo um país de poetas. Eu não tenho qualquer jeito para escrever poemas, mas mesmo assim adoro poesia.
Dedico a todos vocês este poema e música da Adriana Calcanhoto.
Fátima
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
As Minhas Preferências Musicais
OI MALTA!
Para satisfazer a curiosidade sobre as minhas preferências musicais, posso dizer que sendo variáveis, neste momento, estou numa de hip hop. Como tal, aproveitando, embora um pouco atrasado, o dia dos namorados deixo-vos aqui uma música que curto bué (já vos confessei que aqui o chaval é romântico). Também vos disse que ando a tentar interessar-me por outras cenas musicais (música clássica, por exemplo). Vou manter-vos informados.
Até lá curtam boas músicas!
Garcia
A Malta do Garcia de Orta
Para satisfazer a curiosidade sobre as minhas preferências musicais, posso dizer que sendo variáveis, neste momento, estou numa de hip hop. Como tal, aproveitando, embora um pouco atrasado, o dia dos namorados deixo-vos aqui uma música que curto bué (já vos confessei que aqui o chaval é romântico). Também vos disse que ando a tentar interessar-me por outras cenas musicais (música clássica, por exemplo). Vou manter-vos informados.
Até lá curtam boas músicas!
Garcia
A Malta do Garcia de Orta
Quem Será??
sábado, 17 de fevereiro de 2007
O Nosso Jornal de Parede
As árvores genealógicas foram um problema de todo o tamanho. De repente, ninguém sabia fazer árvores! Ora, francamente, qualquer pessoa sabe fazer uma árvore. Mas, não! Não é bem assim... Nem toda a gente sabe fazer árvores e muito menos genealógicas com braços e mais braços. E quanto aos nomes da família? Outro problema: ninguém se lembrava dos nomes dos tios, das tias, das primas. Só a Joana não se calou. É tão grande a família e a memória daquela miúda! Tive que pôr um travão na sua memória de elefante e ficaram somente os parentes mais próximos. Nem namorados, nem namoradas. Ela não gostou, depois lá aceitou.


O nosso jornal e a árvore da Joana ao canto cheia de ramos e mais ramos :-)

Os corações recicláveis foram fáceis de fazer e divertimo-nos a procurar imagens em revistas e sacos de plástico. Estão sujeitos a votação. Podem votar se quiserem. Façam a descrição do que mais gostam. Nós vamos gostar de saber.


O nosso jornal e a árvore da Joana ao canto cheia de ramos e mais ramos :-)
Os corações recicláveis foram fáceis de fazer e divertimo-nos a procurar imagens em revistas e sacos de plástico. Estão sujeitos a votação. Podem votar se quiserem. Façam a descrição do que mais gostam. Nós vamos gostar de saber.
Até breve!
A malta de Alcoitão
sábado, 10 de fevereiro de 2007
Someone That Cannot Love
Não é fácil, para mim, escolher uma música de amor favorita. Escolhi "Someone That Cannot Love" do David Fonseca, porque é, na verdade, bonita. Porque gosto do vídeo. Dos objectos. Das imagens. Da lembrança de algumas situações próximas que, não sendo propriamente agradáveis, me tocam o coração. Não é uma música de amor. Mas fala de amor.
Sónia Bártolo
Sónia Bártolo
Love of My Life
Numa ligeira, mas produtiva sondagem sobre as músicas de amor da nossa vida, Love of My Life dos Queen ficou em 1º lugar, em Alcoitão. Teresa e Felicidade já podem ouvir, ao vivo e em directo do Blog da Malta, é só clicar ;-)
A malta de Alcoitão
A malta de Alcoitão
Para Onde Vão?
Corações em lojas, em revistas, em blogs, em outdoors, corações, corações, corações. Como se os corações só existissem em Fevereiro. Como se os amores só fossem agora.
Apenas me ocorre uma frase de um escritor que descobri acidentalmente e por quem me apaixonei, Rodrigo Guedes de Carvalho, - "Para onde vão os amores que foram um dia?" (in "A Mulher em Branco"). Dúvida que persiste na minha cabeça há tantos anos. Sem forma. Ou talvez com outra forma. E é só ela que me apetece dizer nesta época de amores inventados,
verdadeiros, inacabados, inconsistentes. Para onde vão?

Fotografia e texto de Sónia Bártolo
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