quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

A Tristeza Segundo a Matilde

Eu fico triste…

Quando me mexem nas pernas para fazer a fisioterapia.
Quando vejo a minha família ir para casa e eu fico aqui no hospital.

Como reajo?
Choro.

Matilde
A Malta do Alcoitão

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Estou Triste!

Eu fico triste…

quando tenho saudade da minha família e da minha terra.
quando as pessoas me enervam.
quando dizem coisas sobre mim à frente dos outros.

Como reajo?

Choro.
Não digo nada e fico calado.
Fico sozinho.
Fico zangado.

O que imagino, quando penso na tristeza?

Chuva, amarelo, verde e preto.

Carlos Alberto

A tristeza segundo a Aidinha

Eu fico triste…

quando o meu pai não me deixa fazer uma coisa que eu quero.
quando não quero fazer uma coisa e sou obrigada.
quando me aborreço com a minha mãe e com as minhas amigas.

Como reajo?

Choro.
Não falo com ninguém ou então converso com a minha melhor amiga, a Tatiana.
Bocejo.

Um dia, zanguei-me com a minha melhor amiga, porque ela é muito ingénua e acreditou num disparate sobre o namorado dela. Ela queria acabar o namoro com ele e eu achava que ela não devia fazer isso. Ao fim de uma semana, fizemos as pazes.

O que imagino, quando penso na tristeza?

Escuridão, cobras, serpentes, crocodilos e baratas.

Janice Aidinha

A Malta do Alcoitão

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Inquisição

MALTA:
Falando em bruxas e demónios, estivemos a falar nas aulas de História sobre aquele "período horrivel" da História Europeia em que se viveu a Inquisição, achamos importante fazer esta postagem. Mais que não seja, é um aviso contra os grandes perigos dos fanatismos de qualquer tipo.

"A Inquisição era um tribunal eclesiástico destinado a defender a fé católica: vigiava, perseguia e condenava aqueles que fossem suspeitos de praticar outras religiões. Exercia também uma severa vigilância sobre o comportamento moral dos fiéis e censurava toda a produção cultural bem como resistia fortemente a todas as inovações científicas. Na verdade, a Igreja receava que as ideias inovadoras conduzissem os crentes à dúvida religiosa e à contestação da autoridade do Papa.
As novos propostas filosóficas ou científicas eram, geralmente, olhadas com desconfiança pela Inquisição que submetia a um regime de censura prévia todas as obras a publicar, criando o Index, catálogo de livros cuja leitura era proibida aos católicos, sob pena de excomunhão.
As pessoas viviam amedrontadas e sabiam que podiam ser denunciadas a qualquer momento sem que houvesse necessariamente razão para isso. Quando alguém era denunciado, levavam-no preso e, muitas vezes, era torturado até confessar. Alguns dos suspeitos chegavam a confessar-se culpados só para acabar com a tortura. No caso do acusado não se mostrar arrependido ou de ser reincidente, era condenado, em cerimónias chamadas autos-de-fé, a morrer na fogueira."

Para os menos impressionáveis, deixamos um link para verem alguns instrumentos de tortura, usados na época.

Rafa

quarta-feira, 9 de janeiro de 2008

K Nojo!


Hoje, visitámos o Pavilhão do Conhecimento - Ciência Viva, no Parque das Nações, em Lisboa, que apresenta uma exposição trazida dos EUA, sobre as secreções do corpo humano.

Vimos e entrámos num nariz gigante que espirra e deita ranho, mas achámos realista demais, porque sentimos um líquido estranho e mal-cheiroso.

O processo do vomitado era feito da seguinte forma: enquanto um de nós dava à manivela, um outro rodava uma placa e um líquido era produzido e simulava o vomitado. Que grande nojo! Havia um boneco que tinha uma manivela de água e sempre que rodávamos a manivela, ouvia-se um arroto e o boneco dizia: "Com licença!".

Aprendemos que se deve dar 15 arrotos por dia, que a velocidade do espirro é de 160 km por hora, em média, e que os alimentos que originam mais gases nos intestinos são o leite e o feijão. E por falar em gases, vulgarmente chamados puns, carregávamos num botão para iniciar, apareciam vários tubos que simbolizavam o ânus, e de cada um saíam sons mais agudos ou mais graves o que significa que quanto maior o orifício mais grave é o som.
Devemos esfregar e limpar bem a nossa língua, para evitar o mau hálito.

Luís Alexandro e Carlos Alberto
A Malta do Alcoitão

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Criaturas Diabólicas

Chamo-me Luís e estou a ler a peça de teatro "Auto da Barca do Inferno" de Gil Vicente.
A professora Sónia pediu-me para fazer um trabalho sobre o Inferno e lembrei-me de pesquisar sobre criaturas mágicas, criadas pela imaginação das pessoas. Encontrei alguns quadros com imagens de Satanás a quem também se chama Diabo ou Berzebu/Belzebu, na obra vicentina.
Acredito na vida depois da morte, no Inferno e no Paraíso. No entanto, penso que também há Inferno aqui na terra à conta de alguns demónios como George W. Bush, Bin Laden e Saddam Hussein e Adolf Hitler, entre outros.
Neste quadro "O Inferno" pintura de mestre não identificado, mas bem conhecida, actualmente no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa, pensa-se que tenha sido elaborada por volta de 1515, vêem-se uns frades (por causa da tonsura na cabeça) a cozer num grande caldeirão o que me leva a pensar que o Frade de Gil Vicente também vai para o Inferno. Será? A professora não me disse, porque quer que fique na dúvida. Gostava de visitar este museu. Vou propor uma visita de estudo a este local, quando regressar à minha escola. Espero ter alta do CMRA, na próxima semana.
Um pormenor do mesmo quadro. Trata-se de um índio, representado como figura diabólica, pois
seria considerado alguém que, por não praticar a religião católica, habitaria os lugares infernais.

Gostei muito desta gravura que representa "A queda do Diabo", segundo o pintor/ilustrador Gustave Doré.
A palavra Diabo (do latim diabolu, "demónio") é o nome mais comum atribuído à entidade sobrenatural maligna da tradição judaico-cristã, o Santanás. É a representação do mal, não necessariamente com uma forma, mas muitas vezes associada à cor vermelha, com feição humana, com chifres, rabo pontiagudo e um tridente na mão.

Vou pensar em outras criaturas mágicas e estranhas para estudar. Aceitam-se ideias.

Pesquisa elaborada em
www.google.com

http://pt.wikipedia.org/wiki/Auto_da_Barca_do_Inferno

Luís Alexandro
A Malta do Alcoitão

domingo, 6 de janeiro de 2008

Mandala da Paz


A palavra MANDALA vem do sânscrito, de origem hindu, e quer dizer "círculo mágico", um círculo de energia. A mandala é constituída por desenhos geométricos - basicamente círculos, quadrados e triângulos - que se inscrevem uns aos outros formando ou entrelaçando-se construindo imagens simbólicas. A mandala é a expressão visual do retorno à Unidade pela delimitação de um espaço - o espaço dentro do círculo - símbolo do "espaço sagrado". A circunferência que delimita a mandala tem como origem o próprio ponto central e limita esse espaço circular, separando-o do restante, do Todo. Este espaço, então, é preenchido com várias imagens representativas das mais variadas ligações simbólicas, resultando numa representação gráfica da relação dinâmica entre o ser humano e o Cosmos. Desde os tempos mais remotos até aos dias de hoje as mandalas são usadas como focos de meditação, para atrair abundância material e sorte nos negócios, para amenizar as dificuldades, para captar energia, harmonizar o ambiente e transformar vibrações negativas em positivas.

Rafa

quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Aproveitem a Ausência :)

Aproveitem as férias, a ausência das professoras, os sonhos e as rabanadas, porque o novo ano está quase a chegar e com ele muito trabalhinho. Enquanto vocês descansam, as professoras já planificaram mil e uma actividades para o próximo período lectivo.
Beijinhos e abraços! Já agora, tentem perceber algumas palavras/frases deste vídeo. Depois, conversamos ;) Podem comentar e avançar com sugestões para o ano!
Rafa, afinal o teu trabalho ficou no sapatinho? Sarokas, não se faz um post fofinho de Natal? E a Vera? Já não aguento tantos benfiquistas e preguiçosos ao meu lado...
See you soon. Kisses



Sónia Bártolo