terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Sentimentos

Eu fico triste quando:
Quando não tenho nada para fazer.
Quando me chateio.
etc.

Eu fico alegre, quando:
Quando tenho vídeo-conferência com Alcoitão.
Quando tenho visitas.
etc.

Fico alegre quando penso:
Em algo de bom.
etc.

Fico triste quando penso:
Em coisas más.
etc.


Rafael

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Quando as Cores e as Palavras são Nossas

A Matilde lê com atenção o quadro das nossas emoções.

Garanto-vos que leu todos os textos, fui testemunha. Prof. Sónia

A alegria da Matilde. As cores são muitas e fortes. A alegria está nas nossas mãos? É isso Matilde, o que nos queres dizer?

A alegria da Cristiana, a mais pequena do grupo. Saltar pelos campos, através das árvores, algo que a Cristiana não pode fazer. Em sonhos é possível. A alegria existe nos sonhos também. Mas ela tem outras palavras para nos mostrar na próxima semana.

A alegria prometida da Aidinha. A alegria mora nos nossos corações? E são tantos... Tanta alegria que tens para nos dar com o teu sorriso, miúda!
A Malta do Alcoitão

A Alegria Segundo a Aidinha

Eu fico alegre…

quando faço o que quero.
quando como o que quero.
quando tenho Educação Física, porque o professor é muito bonito.
quando estou com os meus amigos.
quando vou passear a Lisboa.
quando estive de férias no Algarve com a minha amiga Tatiana.
É delicioso ajudar os outros.

Como reajo?

Sorrio.
Falo alto.
Sou simpática.

Quando penso na alegria imagino…

Muitas cores.
Um arco-íris.

Prometo que vou fazer um desenho sobre a alegria.

Janice Aidinha
A Malta do Alcoitão

A Tristeza Segundo Três Meninos Do Jardim de Infância


Eu fico triste…

quando me sinto sozinha.
quando me zango com os meus amigos.

Como reajo?

Choro.
Quero miminhos.
Carolina

Eu fico triste…

quando alguém da minha família fica doente.
quando o meu avô morreu.

Como reajo?

Vou ao shopping comer um hamburger com os meus amigos.
Conversar com os meus amigos ajuda a sentir-me melhor.
Sandro

Eu fico triste…

Quando a minha mãe não vem ter comigo.
Quando me sinto abandonada.
Quando me sinto sozinha.
Jessica
A Malta do Alcoitão

A Tristeza Segundo a Matilde

Eu fico triste…

Quando me mexem nas pernas para fazer a fisioterapia.
Quando vejo a minha família ir para casa e eu fico aqui no hospital.

Como reajo?
Choro.

Matilde
A Malta do Alcoitão

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Estou Triste!

Eu fico triste…

quando tenho saudade da minha família e da minha terra.
quando as pessoas me enervam.
quando dizem coisas sobre mim à frente dos outros.

Como reajo?

Choro.
Não digo nada e fico calado.
Fico sozinho.
Fico zangado.

O que imagino, quando penso na tristeza?

Chuva, amarelo, verde e preto.

Carlos Alberto

A tristeza segundo a Aidinha

Eu fico triste…

quando o meu pai não me deixa fazer uma coisa que eu quero.
quando não quero fazer uma coisa e sou obrigada.
quando me aborreço com a minha mãe e com as minhas amigas.

Como reajo?

Choro.
Não falo com ninguém ou então converso com a minha melhor amiga, a Tatiana.
Bocejo.

Um dia, zanguei-me com a minha melhor amiga, porque ela é muito ingénua e acreditou num disparate sobre o namorado dela. Ela queria acabar o namoro com ele e eu achava que ela não devia fazer isso. Ao fim de uma semana, fizemos as pazes.

O que imagino, quando penso na tristeza?

Escuridão, cobras, serpentes, crocodilos e baratas.

Janice Aidinha

A Malta do Alcoitão

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Inquisição

MALTA:
Falando em bruxas e demónios, estivemos a falar nas aulas de História sobre aquele "período horrivel" da História Europeia em que se viveu a Inquisição, achamos importante fazer esta postagem. Mais que não seja, é um aviso contra os grandes perigos dos fanatismos de qualquer tipo.

"A Inquisição era um tribunal eclesiástico destinado a defender a fé católica: vigiava, perseguia e condenava aqueles que fossem suspeitos de praticar outras religiões. Exercia também uma severa vigilância sobre o comportamento moral dos fiéis e censurava toda a produção cultural bem como resistia fortemente a todas as inovações científicas. Na verdade, a Igreja receava que as ideias inovadoras conduzissem os crentes à dúvida religiosa e à contestação da autoridade do Papa.
As novos propostas filosóficas ou científicas eram, geralmente, olhadas com desconfiança pela Inquisição que submetia a um regime de censura prévia todas as obras a publicar, criando o Index, catálogo de livros cuja leitura era proibida aos católicos, sob pena de excomunhão.
As pessoas viviam amedrontadas e sabiam que podiam ser denunciadas a qualquer momento sem que houvesse necessariamente razão para isso. Quando alguém era denunciado, levavam-no preso e, muitas vezes, era torturado até confessar. Alguns dos suspeitos chegavam a confessar-se culpados só para acabar com a tortura. No caso do acusado não se mostrar arrependido ou de ser reincidente, era condenado, em cerimónias chamadas autos-de-fé, a morrer na fogueira."

Para os menos impressionáveis, deixamos um link para verem alguns instrumentos de tortura, usados na época.

Rafa