terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Versos para o Dia dos Namorados


Se um dia me vires a passar,
Nunca te esqueças de me cumprimentar.
Se um dia me vires a falar,
Nunca te esqueças de me beijar.

Poderia dizer isto a brincar
Mas isso...
Só se junto a ti
Eu não quisesse ficar.

O meu sonho era ter-te aqui!
Se ao teu lado não posso ficar,
Já nada me faz amar.
Tantas coisas que há num sonho,
tantas coisas de encantar!
E ainda me faltas tu
Para eu poder amar.

Ana Patrícia
A Malta do Alcoitão

domingo, 8 de fevereiro de 2009

As Ilustrações do Livro

A viagem segundo o Lassana

O Sol e o mar de África - Mamadou

Os meninos em África a jogarem ao berlinde - Malam

A Tristão e o Garcia apaixonados - Patrícia
A Malta do Alcoitão

Último Capítulo

O último capítulo do livro, que andamos a escrever há três anos, sobre uma viagem à Antárctida calhou-nos a nós: CMRA. As cinco personagens principais foram criadas por cada um dos hospitais que fazem parte deste projecto europeu "Percursos": a Tristão pertence ao CMRA; a Maria, ao Hospital de Santa Maria; o Pipo ao IPO; a Estefânia ao Hospital D. Estefânia e o Garcia ao Hospital Garcia de Orta.
Como a história acaba com um namoro e Fevereiro é o mês do amor, publicamos a nossa participação e as nossas ilustrações. E que o livro seja editado na Alemanha o mais depressa possível!!!


Último Capítulo do livro “Viagem à Antárctida”

Os cinco amigos encontravam-se sentados nas cadeiras menos confortáveis do Aeroporto de Santiago do Chile, à espera do avião que os levaria para a Guiné-Bissau.
Tristão ainda tinha uma lagrimazita nos olhos. Chorara baba e ranho, quando lhe disseram que não podiam ir a S.Tomé! Para fazer uma paragem em África teria mesmo que ser na Guiné-Bissau. Conformada, mas não satisfeita, pensava como seria África: que cores? Que cheiros? Que comidas?
Os outros dormitavam, a saudade de Portugal, das suas casas, da sua família e amigos era enorme, no entanto a curiosidade continuava infinita e eles tentavam recuperar energias para mais uma aventura. Desta vez pelo calor e pelo verde.
De repente, Tristão olhou para trás e reparou no rapaz que estava sentado na cadeira colada à dela. Parecia um índio! O coração de Tristão começou a bater desordenadamente e pensou:
_ Um índio? Meu Deus, sempre quis conhecer um índio!
Tímida, sussurou:
_ Hello, my name is Tristão and I’m from Portugal. And you are…
_ Olá, já percebi que és portuguesa, tenho estado a ouvir as vossas conversas. Vou para Portugal tal como tu e os teus amigos – respondeu o “índio” a rir-se.
_ Não acredito!
_ A minha mãe é portuguesa e o meu pai é chileno. Chamo-me Mikoto, mas tratam-me por Iko.
_ E o que vais fazer para Portugal? – Tristão estava cada vez mais curiosa.
_ Vou à procura de novos objectivos ligados às tecnologias de comunicação para trazer ideias para o meu país. Então, conta lá o que aprendeste na Antárctida.
_ Olha, aprendi, por exemplo, que o mar não é azul nem verde…
_ Ai não? E então?
_ Não tem cor. É transparente. O que acontece é que a superfície do mar funciona como uma espécie de espelho que reflecte a cor do céu, quando o fundo é escuro e profundo. Devolve a luz do Sol, quando o fundo é claro e pouco profundo, por isso a água das praias é mais clara do que a do alto mar.
_ Sabes muita coisa! – respondeu Iko com ar de troça.
_ Aprendi na Antárctida com os guias e gostei muito! Preocupas-te com o meio ambiente?
_ Sim, se fosse dono deste mundo, limpava o mar para ajudar o Planeta Terra a sobreviver. Preocupam-me as marés negras, os desastres e as vítimas que causam na fauna e na flora do litoral, porque as correntes e os ventos empurram o petróleo que flutua no mar para as costas que são as zonas mais ricas e importantes em termos ecológicos.
_ Bem, o que tu também sabes!!!
_ Somos os dois ecologistas e temos que actuar já! Cuidado com o plástico deitado ao mar. É outra grande desgraça para a fauna! – avisou Iko.
_ Isso eu sei! Em casa, faço a separação do lixo. E, quando vou à praia, coloco o lixo nos caixotes do lixo da praia. É impressionante a quantidade de lixo que produzimos…
Com esta conversa tão interessante nem se aperceberam que tudo estava pronto para entrar no avião. E Garcia gritou aborrecido um “vamos embora” dirigido a Tristão.
Despediram-se e trocaram os endereços de mail e telefones. Tristão estava feliz com a conversa e por ter conhecido um índio que não era bem um índio. Um amigo ecologista era óptimo!
Quando desembarcaram no aeroporto da capital da Guiné-Bissau, Bissau, ainda o Garcia estava com ar aborrecido o que deixou Tristão intrigada.
Passaram dois dias em grandes passeios e jantaradas: foram visitar duas aldeias de crianças órfãs, o Museu Nacional e o Centro Artístico Juvenil (onde se preparam os jovens artistas do país) e, no hotel “AZALAI”, comeram abacate com açúcar amarelo a que chamavam “canor”, manga, papaia e muito peixe.
Nas aldeias, brincaram com as crianças que tocaram tambor e cantaram estranhas canções para os receberem. Jogaram ao berlinde, à sombra das árvores, porque o sol era forte e queimava, embora todos tenham colocado camadas e camadas de creme protector. O que mais gostaram foi de jogar uma partida de futebol com os “putos”, como lhes chamavam, debaixo de uma grande chuvada morna!
Maria e Pipo comentavam os cheiros diferentes como o da terra molhada, o calor que, para eles, era insuportável e lhes fazia sentir uma saudade terrível de Portugal. Estefânia e Tristão andavam nas suas sete quintas que é como quem diz: encantadas! Tristão até dizia que, quando fosse mais velha, ia ser missionária, ali. Os amigos comentavam entre si que ela já tinha esquecido S. Tomé, a terra da família. Garcia continuava meio calado, mas ninguém reparava com tantas actividades.
Um dia, na varanda do Hotel, depois de um magnífico pôr-do-sol amarelo e vermelho, Tristão estava sentada num cadeirão a observar a luz forte da Lua e a escutar o som dos grilos a cantar, quando Garcia se sentou no chão junto dela. Tristão contou-lhe que um dos “putos” da aldeia lhe tinha ensinado a abrir um coco e a beber a sua água e que tinha adorado o sabor.
_ Como é? – perguntou Garcia baixinho.
Tristão olhou para ele e explicou-lhe:
_ Furas com um prego ou outro objecto pontiagudo o coco para beber a água e, depois, atira-lo ao chão com força e comes a parte branca às dentadas ou podes raspar essa parte branca e misturar com açúcar, digo-te, é uma delícia!
_ Ah! Então e o índio ou lá o que era aquele rapaz? – mudou de assunto o Garcia.
_ O Iko? Queres que te dê o mail dele? Posso perguntar-lhe se deixa e conversam. É um grande ecologista! – respondeu Tristão.
_ Quero lá saber do mail dele! – gritou Garcia.
Tristão deu um salto do cadeirão com o susto e olhou novamente Garcia nos olhos. Percebeu que Garcia estava apaixonado por ela. Nunca tinha desconfiado de nada e sabe Deus o que sofrera com tal situação! Quando Garcia leu o trabalho sobre o “Acordo de Kioto” na escola, Tristão ficara a observar a sua inteligência e os seus olhos grandes e meigos, mas não tivera nunca coragem de lhe dizer. Seria possível? O seu coração batia tanto que quase lhe saltava da boca. Tocou no braço de Garcia, e olhos nos olhos, perguntou-lhe:
_ Gostas de mim?
_ Não gosto de ti, parva, adoro-te!!!
Garcia baixou os olhos e levantou-se para fugir, mas Tristão levantou-se também, puxou-o e deu-lhe um beijinho na boca.
Começaram a namorar em segredo.
Durante a viagem de regresso a Portugal, no avião, Tristão e Garcia comunicaram aos amigos que eram namorados. Foram palmas e mais palmas, abraços. Pipo já sabia da paixão do Garcia e piscou-lhe o olho.
Chegar a Portugal foi uma alegria. Os cinco amigos traziam na bagagem, além de alguns objectos como recordação, cheiros, sons, paladares, imagens e, sobretudo, sabedoria. Tanta coisa para contar aos seus amigos portugueses e à sua família!
Pipo apontou a máquina fotográfica e clic!, a imagem da felicidade do reencontro com os pais, irmãos e amigos ficou para sempre.
Pesquisa elaborada:
“Joga e Descobre Mares e Oceanos”, editorial Sol90;
www.google.com

Jovens que colaboraram nesta história:
Malam Sane, Lassana Indjai, Ana Patrícia Justo e Bárbara Santos
A Malta do Alcoitão

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

O Esperanto

No século XIX, vivia na cidade BialystoK (na Polónia), L. Zamenhof, médico oftalmologista. Naquela época falavam-se muitas línguas em BialystoK, o que gerava muitas dificuldades de compreensão entre as várias culturas. Este facto motivou o médico que também era linguísta e que dominava muitas línguas (o alemão, o russo, o polaco, o romeno, etc.) a procurar uma solução para o problema. Durante anos, estudou novas línguas que foram surgindo, procurou os seus defeitos, com a intenção de criar uma língua transnacional, que possuísse elementos de vários idiomas ocidentais e orientais, totalmente regular, sem excepções gramaticais e que funcionasse como a segunda língua de todos os povos, não pertencendo a nenhum povo em particular, mas, sim, a todos os povos. No ano de 1887, publicou um pequeno manual, intitulado “ Língua Internacional”, utilizando o pseudónimo de Doutor Esperanto, palavra que acabou por se tornar no nome da Língua inventada. Para se poder perceber a importância desta Língua, basta dizer-se que só na União europeia se falam vinte línguas oficiais. Qualquer texto escrito numa destas línguas, necessita ser traduzido para as outras dezanove o que resulta matematicamente em 380 combinações possíveis. A utilização do Inglês, por exemplo (que é a língua que mais se fala) como língua oficial da UE, deixaria em desvantagem os países que não a dominam. Se o Esperanto fosse utilizado, cada País só teria que traduzir o documento para o seu idioma, o que permitiria poupar muito dinheiro em tradutores e seria muito mais democrático. As quantias exorbitantes poupadas poderiam ser utilizadas de forma inteligente para resolver outros problemas mais urgentes, como a fome, a desidratação, o tétano, a cólera, a sida, entre outros.
À semelhança de muitos outros países, em Portugal, existe uma Associação Portuguesa de Esperanto, com site na Internet,

http://esperanto.web.pt/entrada.htm
onde poderás encontrar uma secção juvenil - Jovens Esperantistas de Portugal, com actividades dos jovens esperantistas de Portugal.
Existem dicionários Português–Esperanto e Esperanto-Português.

Encontram-se traduzidas em Esperanto, as principais obras de grandes autores da literatura mundial (Shakespeare, Molière, Goethe, Camões, Andersen, Cervantes, García Marquez, García Lorca, Dante, Virgílio, entre muitos outros), a par de edições de poetas e escritores esperantistas actuais.
Existem igualmente discos (vinil, cassete, CDs), existindo mesmo uma etiqueta que edita exclusivamente em Esperanto (VinilKosmo, França) e um estúdio de gravação, em regime de cooperativa para músicos esperantófagos). Os temas interpretados são frequentemente de produção original, com textos de poetas esperantistas, embora sejam também frequentes as traduções de temas provenientes de tipos de música característicos desta ou daquela cultura (como por ex. fado) ou de hits da música popular internacional. Não pode deixar de referir-se a utilização dada ao esperanto por músicos não-esperantistas, como Elvis Costello ou mesmo Michael Jackson.


Rafael Ovelheiro

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Vamos até Marte?

VIAGEM AO PLANETA MARTE

DIA E HORA:
5 de Fevereiro, às 6.00h do ano de 2009

CHEGADA:
5 de Fevereiro, às 18.00h do ano de 2009

MEIO DE TRANSPORTE:
Foguetão de luxo, supersónico, com bancos reclináveis, ar condicionado, gravidade artificial, cinema, Play Station, e uma hospedeira-guia marciana.

ALOJAMENTO:
Hotel Intergaláctico Peter Pan

LOCAIS A VISITAR:
Rio Laranja, Parque Paradise, Oilândia, Marcitina

PREÇO:
25 € a viagem e 1000 € a estada no hotel (visitas incluídas)

GUIA:
A hospedeira Vinw.mar
MANTIMENTOS:
Massa Milaneza, Chocapic, queijo e fiambre, pão, bolachas, arroz, pepino, salada russa, maionese, sal, vinagre, azeite, gelados e barras de chocolate. Fruta: mangas, maçãs, laranjas, kiwis, morangos e cerejas.

VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS:
Óculos, fatos espaciais, telemóvel, computadores, casacos e fatos de neve por causa do frio.

TRIPULAÇÃO:
Malam e Mamadou como pilotos do foguetão; Raquel será a cozinheira e professora que em 12 horas vai ensinar a Língua Marciana – o marcianês – aos colegas; Carlos como DJ, nas horas de lazer.

REGRAS DA VIAGEM:

1 – Proibido dizer palavras feias.
2 – Respeitar na íntegra as regras e leis marcianas.
3 – Proibido gritar para não assustar os marcianos.
4 – Organizar e limpar o espaço que cada um utiliza dentro do foguetão.
5 – Proibido provocar discussões.

Mamadou, Malam, Carlos e Raquel
A Malta do Alcoitão

Trabalho elaborado após a leitura do conto de Umberto Eco, “Os Três Astronautas".

A Lição do Marciano

Lemos o conto "Os Três Astronautas", de Umberto Eco, que narra a história de três astronautas: um russo, um americano e um chinês. Foram a Marte e encontraram um extraterrestre com um aspecto físico estranho, mas simpático e carinhoso. Perceberam que "... na Terra, tal como nos outros planetas, cada um tem os seus gostos, e é só questão de se compreenderem uns aos outros." Paz é, na verdade, uma palavra linda de dizer! Ilustrámos o conto. Gostam dos nossos desenhos?















Os cosmonautas: "Na verdade, o americano não gostava do russo e o russo não gostava do americano, e o chinês desconfiava dos dois."











"Havia à roda um estranho silêncio, e a Terra brilhava no céu como se fosse uma longínqua estrela."















O marciano: "Era todo verde, tinha duas antenas no sítio das orelhas, uma tromba e seis braços."
















Um dos foguetões no cosmos - "o espaço infinito com os planetas, as galáxias e tudo o que têm à sua volta."

O extraterrestre "deu a entender que desejava fazer uma viagem para conhecer os outros habitantes e estudar com eles a maneira de fundar uma grande república espacial, em que todos vivessem com amor e concórdia."

Malam, Mamadou, Raquel
A Malta do Alcoitão

domingo, 25 de janeiro de 2009

Cada Terra com seu Uso...

... cada roca com seu fuso. Cada região tem os seus próprios costumes e tradições, tal como a roca (instrumento para fiar a lã) tem o seu próprio fuso, sem ele não pode trabalhar.
Isto tudo vem a propósito do Marci, o marciano do conto "O Piquenique", de Luísa Ducla Soares, que comunicava com os outros marcianos através de estalinhos com os dedos. Fomos pesquisar como se cumprimentam as pessoas em várias partes do Mundo.
Os Esquimós - Habitam as regiões em torno do Círculo Polar Árctico, no extremo norte da Terra, como o leste da Sibéria, o norte do Alasca e do Canadá e a Gronelândia. Para se cumprimentarem, os esquimós tocam-se uns nos outros com a pontinha do nariz. Há quem diga que eles recorrem ao nariz, pois é uma das únicas partes do corpo que não fica coberta com roupas. Com o frio que está agora, se calhar ainda vamos fazer o mesmo, cá, em Portugal.
Na Alemanha e na Áustria, nada de beijinhos! Só um aperto de mão... E chega. Na Alemanha, cumprimentar uma pessoa com a mão no bolso é falta de educação. Se pensarmos bem, o cumprimento deve ser feito preferencialmente de mãos livres, pois, assim, as pessoas mostram que estão desarmadas e abertas para o contacto com os outros. Na Guiné-Bissau, segundo o Malam, os mais velhos não devem cumprimentar com uma mão no bolso. É feio! Só os mais novos podem fazer isso!
Na Nova Zelândia, os maoris são mais violentos: apertam os rostos com força, nariz contra nariz.
Na Rússia, quando se encontram, dois amigos russos (homens) abraçam-se com força. Depois, beijam-se nas bochechas. Em alguns casos, o beijo na boca, de leve, é aceitável. Gregos e turcos também têm este hábito.
Nos Países Islâmicos do Médio Oriente, as pessoas costumam fazer gestos bem específicos, quando se encontram: primeiro, tocam o coração, depois a testa e, por último, fazem um gesto no ar, para cima da cabeça. Acompanham este gesto dizendo «salaam aleikum» (a paz esteja contigo), ao que o outro responde: «aleikum salaam». Deste cumprimento «salaam aleikum» surgiu a palavra portuguesa «salamaleques» que significa “cumprimento de cortesia exagerado e afectado”.
No Japão, baixar o corpo é a forma de cumprimento mais tradicional, desde o século VIII. Pode parecer simples, mas o acto de se curvar, chamado de ojigi, é cheio de significados. Dependendo de como é feito, pode apontar o grau de importância tanto de quem é cumprimentado como de quem cumprimenta. Também é necessário trocar palavras apropriadas durante a saudação e, por isso, é costume, quando dois japoneses se encontram, fazerem cinco ou seis reverências, enquanto conversam. Os japoneses estão tão habituados a este gesto que se curvam mesmo quando falam ao telefone.

Na Índia, na Indonésia e na Tailândia, não se aperta a mão. A saudação é feita juntando as mãos à altura do peito e fazendo uma leve vénia.




Em França, quando as pessoas se cumprimentam com beijos, dão quatro beijos, ou apenas três ou dois. Um só é que não.
Na Guiné-Bissau, quando entramos numa igreja ou mesquita, devemos tirar o boné ou chapéu. Quando encontramos alguém conhecido, também tiramos o boné para cumprimentar.
Na Guiné-Conacri, existe uma forma de cumprimentar que significa respeito: damos um aperto de mão e seguramos com a mão livre o nosso pulso.
O Mamadou ainda se lembrou do beijar na mão de uma senhora que também é sinal de respeito.
Mamadou, Malam, Carlos, Raquel
A Malta do Alcoitão