
quarta-feira, 10 de março de 2010
Animais Reinventados
Reinventámos alguns dos animais que estivemos a estudar e que se encontram em vias de extinção. Se eles já são raros e especiais, mais raros e diferentes ficaram. Talvez assim continuem a existir no nosso Planeta!


terça-feira, 9 de março de 2010
A Águia Imperial
Escolhi a águia imperial, nome cientifico é Aquila adalberti, para trabalhar os animais em vias de extinção.ALIMENTAÇÃO - Carnívoro
MEIO ONDE SE DESLOCA - Animal aéreo
REPRODUÇÃO - Ovíparo
HABITAT - Animal Selvagem
Curiosidades:
- Rapina de grande porte, com 1,75 e 1,85 m de envergadura de asas.
- Bico robusto e amarelo.
- Plumagem castanha muito escura com o bordo das asas, a nuca e os ombros brancos.
- Alimenta-se de coelhos, alguns pequenos mamíferos e aves de médio porte.
- Muito rara. A nível mundial só existe no sudoeste da Peninsula Ibérica.
- A destruição dos seus habitats deve-se, por exemplo, à substituição dos bosques por pinheiros e eucaliptos, o que faz com que haja apenas menos de meia dezena de águias imperiais entre nós.
A Malta do Alcoitão
segunda-feira, 8 de março de 2010
A Árvore que Gostava de Ser Diferente
Era uma vez uma árvore que vivia solitária sem amigos e sem família no meio de uma floresta que não tinha árvores.
Um dia, apareceram dois lápis no meio dessa floresta e perguntaram-lhe:
- Por que estás tão triste?
A árvore respondeu:
- Estou triste, porque estou sozinha, queria ser alta, nem gordinha nem magra, com amigos e muitas árvores ao meu redor.
Então um dos lápis disse-lhe:
-Vem comigo que nós resolvemos essa situação, vamos ajudar-te.
Os lápis arrancaram as raízes da árvore, mas eles não sabiam que as árvores morrem sem terra.
Um dos lápis disse:
- A árvore não está a falar!
O outro respondeu:
-Tens razão! Está morta! Não nos lembrámos que as árvores precisam de estar na terra com as suas raízes!!!
Com esperança que a árvore voltasse a viver, colaram as raízes da árvore à terra e emendaram as que estavam estragadas com as suas cores.
Um deles perguntou:
-Será que a nossa amiga árvore vai voltar para junto de nós?
Nesse preciso momento em que o lápis acabou de perguntar isto ao outro lápis, a árvore começou a abrir os olhos e sorriu:
-Estou aqui, não morri, amiguinhos, eu só queria ser diferente, mais alta!
Então os lápis disseram:
-Nós, como somos lápis, vamos desenhar-te.
E assim foi. Desenharam a sua amiga nem muito magra nem muito gorda, alta para ver melhor e mais ao perto as coisas que a rodeavam. Depois, começaram a desenhar frutos, animais, árvores. De repente, a árvore assustou-se!
-Mas eu sou tão alta! Tantos amigos? Eu só queria um amigo. Não precisava de ser tão alta!Quero ser como era!
Perante isto, os lápis foram buscar a sua amiga borracha que apagou tudo o que tinham desenhado para a árvore. Apenas deixaram uma flor para que a árvore, que não sabia o que queria, não ficasse sozinha.
Foram embora um pouco aborrecidos e confusos, mas ficaram amigos na mesma.
Moral da história:
Mais vale sermos como somos, do que sermos diferentes e não gostarmos.
Carolina Janeiro (9 anos)
A Malta do Alcoitão
sábado, 6 de março de 2010
Para que não volte a acontecer!
Ao longo da história da Terra várias espécies de animais desapareceram. Entre os motivos para essa extinção, podemos citar as catástrofes naturais, competições entre espécies, evoluções adaptativas, extensos períodos de calor extremo ou frio, etc. No entanto, o maior responsável pela extinção de tantas espécies talvez seja o Homem. Segundo dados da WWF (Fundo Mundial para a Natureza), houve uma queda significativa na quantidade de espécies entre os anos de 1970 a 1995. Só nesse período, 35% dos animais de água doce e 44% dos animais marinhos foram completamente extintos. Infelizmente parece que o ser humano moderno não conseguiu ainda estabelecer um convívio harmonioso com a natureza. Já que estamos a falar em “Animais em Perigo de Extinção”, para que no futuro possamos impedir estes tristes desaparecimentos e para provar que o assunto é mesmo sério e grave vou referir um animal, mais propriamente uma ave, o Dodô, que, infelizmente, foi extinta há quase 200 anos. Pesava cerca de 23 kg e media aproximadamente 50 centímetros de comprimento. Esta simpática ave, que muitos consideravam feia, devido à sua aparência um pouco desajeitada (talvez daí a minha simpatia por ela) vivia em pequenas ilhas do Oceano Índico, como as Ilhas Maurícias e Reunião. O Dodô não voava e, segundo parece, convivia bem com os humanos e não fugia deles. Daí que os marinheiros, talvez os Portugueses, que foram dos primeiros povos europeus a chegar a essas ilhas, as apanhassem e se alimentassem da sua carne contribuindo para a sua extinção, juntamente com outros animais (porcos) por eles introduzidos e que também apreciavam a sua carne. O Dodô foi visto pela última vez nas ilhas Maurícias e actualmente existem somente alguns ossos e crânios que estão expostos em alguns museus da Europa.
Rafael Ovelheiro
quarta-feira, 3 de março de 2010
Colours of the Rainbow
The colours of the rainbow are seven: red, orange, yellow, green, blue, indigo and violet.
Aprendi também uma forma de decorar a sequência ou ordem dessas cores de fora para dentro do arco, através de uma mnemónica que significa arte de ajudar a memória com certas fórmulas e referências.
"Vermelho lá vai violeta" em Português. "Roygbiv" em Inglês.
Depois, estive a pintar com guache uma tela e a misturar cores para fazer as cores do arco-íris.
Maria Inês
A Malta do Alcoitão
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O Ornitorrinco
O nome científico é o seguinte: Ornithorhynchus anatinus.O ornitorrinco parece um pato e ao mesmo tempo um castor. Possui hábitos nocturnos. É carnívoro, pois alimenta-se de insectos, vermes e crustáceos de água doce.
Possui diversas adaptações para a vida em rios e lagoas, como por exemplo, as membranas interdigitais (como as de um pato), mais salientes nas patas dianteiras e a cauda semelhante à de um castor que serve de leme. Vive em lagos da zona este do continente australiano e também na Ilha da Tasmânia
É um animal mamífero ovíparo (tal como as várias espécies do género da Equidna), cuja fêmea põe cerca de dois ovos que incuba durante aproximadamente dez dias em ninhos especialmente construídos.
A fêmea não possui mamas e o leite é directamente lambido dos poros e sulcos abdominais.
Os machos têm esporões venenosos nas patas e são utilizados principalmente para defesa territorial e contra predadores.
Encontra-se em vias de extinção devido
- à introdução de novos predadores na Austrália, como a raposa;
- à sua timidez que não suporta perturbações;
- à poluição das águas que são o seu habitat.
CuriosidadesO ornitorrinco é o símbolo nacional da Austrália.
Aparece como mascote em competições e eventos e numa das faces da moeda de vinte cêntimos do dólar australiano.
Oferece a sua figura inteligente e divertida a Perry, o Ornitorrinco, que é o ornitorrinco de estimação de “Phineas e Ferb” – um agente secreto que vive uma vida dupla.
Tiago Silva, Maria Inês e Carolina JaneiroA Malta do Alcoitão
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A Equidna
A equidna é um animal raro, porque é um dos únicos mamíferos que são ovíparos.Nome científico: Tachyglossidae.
A equidna parece exteriormente um ouriço, com o corpo coberto de espinhos e pelagem dura. A boca é pequena e não tem dentes, mas, em compensação, tem uma língua comprida e pegajosa com a qual apanha o alimento.
Os ovos são incubados numa bolsa situada na zona ventral da fêmea. Ao final de 10 dias (aproximadamente), os ovos chocam e as crias alimentam-se de leite materno que sugam através de poros. Ao contrário dos outros mamíferos, as fêmeas da equidna, como as do ornitorrinco, não possuem mamilos.
Trata-se de um animal bastante adaptável ao meio ambiente: as populações residentes em zonas montanhosas hibernam no Inverno, enquanto que as que vivem em zonas desérticas estão pouco activas no Verão.
Alimenta-se de formigas e térmitas (formigas gigantes).
A equidna é um animal solitário e de hábitos noturnos. Evita contacto com outros membros da sua espécie fora da época de reprodução. Não são territoriais e andam constantemente em busca de alimento. O seu sentido da visão é extremamente apurado. Quando se sente em perigo,
enrola-se sobre si própria para proteger a barriga com a parte espinhosa. Pode também escavar um buraco com rapidez, conseguindo esconder-se totalmente em pouco tempo.
Vive na Austrália e na Nova Guiné.
Curiosidades:
A equidna está no verso da moeda de 5 cêntimos da Austrália.
Há uma equidna na série de jogos Sonic the Hedgehog, chamado Knuckles, com pele vermelha, espinhos nas mãos (daí o nome Knuckles) e cabelos lembrando dreadlocks (habitualmente, chamadas "rastas").
A equidna está no verso da moeda de 5 cêntimos da Austrália.
Há uma equidna na série de jogos Sonic the Hedgehog, chamado Knuckles, com pele vermelha, espinhos nas mãos (daí o nome Knuckles) e cabelos lembrando dreadlocks (habitualmente, chamadas "rastas").
A equidna foi mascote das Olimpíadas de Sidney, em 2000. O seu nome era Millie.

Tiago Silva e Maria Inês
A Malta de Alcoitão
Subscrever:
Mensagens (Atom)
