quarta-feira, 17 de março de 2010
Visita ao Oceanário Vasco da Gama
Saímos às 9.45 horas de Alcoitão, fomos de autocarro até ao Oceanário, no Parque das Nações.
Éramos 5 meninos e 3 adultos (a Educadora Marta, o Auxiliar Luis e a Enfermeira Teresa) e tivemos um guia (o filho do Enfermeiro Luis) que nos explicou tudo o que havia no Oceanário: diferentes habitats com as suas espécies de peixes.
Nós levámos perguntas que a Professora Sónia nos tinha dado e respondemos a todas as perguntas, menos a do peixe-borboleta que não estava lá.
Descobri que a mascote do Oceanário é o Vasco, um menino mergulhador, visitei a sua casa e foi muito giro.
Gostei muito de ver as lontras, porque são fofinhas e ternurentas, também gostei das medusas e do peixe-palhaço. Achei que os tentáculos das medusas são interessantes, mas são perigosos. Elas pareciam bailarinas charmosas!
Comprei um livro de notas do Vasco, um lápis do Vasco, uma caneta do Oceanário e uma tartaruga de pelúcia.
Adorei fazer este passeio! Foi uma nova experiência.
Carolina Janeiro da Eira
A Malta do Alcoitão
domingo, 14 de março de 2010
Do Que Falamos...
Os nossos colegas da Escola Básica 2º e 3º ciclos de Alcabideche contaram-nos como foi a visita de estudo que fizeram ao Moinho de Armação, em Alcabideche, durante uma sessão de videoconferência.
A Malta do Alcoitão
Visita ao Moinho de Armação em Alcabideche
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A Malta do Alcoitão
quarta-feira, 10 de março de 2010
Animais Reinventados
terça-feira, 9 de março de 2010
A Águia Imperial
Escolhi a águia imperial, nome cientifico é Aquila adalberti, para trabalhar os animais em vias de extinção.ALIMENTAÇÃO - Carnívoro
MEIO ONDE SE DESLOCA - Animal aéreo
REPRODUÇÃO - Ovíparo
HABITAT - Animal Selvagem
Curiosidades:
- Rapina de grande porte, com 1,75 e 1,85 m de envergadura de asas.
- Bico robusto e amarelo.
- Plumagem castanha muito escura com o bordo das asas, a nuca e os ombros brancos.
- Alimenta-se de coelhos, alguns pequenos mamíferos e aves de médio porte.
- Muito rara. A nível mundial só existe no sudoeste da Peninsula Ibérica.
- A destruição dos seus habitats deve-se, por exemplo, à substituição dos bosques por pinheiros e eucaliptos, o que faz com que haja apenas menos de meia dezena de águias imperiais entre nós.
A Malta do Alcoitão
segunda-feira, 8 de março de 2010
A Árvore que Gostava de Ser Diferente
Era uma vez uma árvore que vivia solitária sem amigos e sem família no meio de uma floresta que não tinha árvores.
Um dia, apareceram dois lápis no meio dessa floresta e perguntaram-lhe:
- Por que estás tão triste?
A árvore respondeu:
- Estou triste, porque estou sozinha, queria ser alta, nem gordinha nem magra, com amigos e muitas árvores ao meu redor.
Então um dos lápis disse-lhe:
-Vem comigo que nós resolvemos essa situação, vamos ajudar-te.
Os lápis arrancaram as raízes da árvore, mas eles não sabiam que as árvores morrem sem terra.
Um dos lápis disse:
- A árvore não está a falar!
O outro respondeu:
-Tens razão! Está morta! Não nos lembrámos que as árvores precisam de estar na terra com as suas raízes!!!
Com esperança que a árvore voltasse a viver, colaram as raízes da árvore à terra e emendaram as que estavam estragadas com as suas cores.
Um deles perguntou:
-Será que a nossa amiga árvore vai voltar para junto de nós?
Nesse preciso momento em que o lápis acabou de perguntar isto ao outro lápis, a árvore começou a abrir os olhos e sorriu:
-Estou aqui, não morri, amiguinhos, eu só queria ser diferente, mais alta!
Então os lápis disseram:
-Nós, como somos lápis, vamos desenhar-te.
E assim foi. Desenharam a sua amiga nem muito magra nem muito gorda, alta para ver melhor e mais ao perto as coisas que a rodeavam. Depois, começaram a desenhar frutos, animais, árvores. De repente, a árvore assustou-se!
-Mas eu sou tão alta! Tantos amigos? Eu só queria um amigo. Não precisava de ser tão alta!Quero ser como era!
Perante isto, os lápis foram buscar a sua amiga borracha que apagou tudo o que tinham desenhado para a árvore. Apenas deixaram uma flor para que a árvore, que não sabia o que queria, não ficasse sozinha.
Foram embora um pouco aborrecidos e confusos, mas ficaram amigos na mesma.
Moral da história:
Mais vale sermos como somos, do que sermos diferentes e não gostarmos.
Carolina Janeiro (9 anos)
A Malta do Alcoitão
sábado, 6 de março de 2010
Para que não volte a acontecer!
Ao longo da história da Terra várias espécies de animais desapareceram. Entre os motivos para essa extinção, podemos citar as catástrofes naturais, competições entre espécies, evoluções adaptativas, extensos períodos de calor extremo ou frio, etc. No entanto, o maior responsável pela extinção de tantas espécies talvez seja o Homem. Segundo dados da WWF (Fundo Mundial para a Natureza), houve uma queda significativa na quantidade de espécies entre os anos de 1970 a 1995. Só nesse período, 35% dos animais de água doce e 44% dos animais marinhos foram completamente extintos. Infelizmente parece que o ser humano moderno não conseguiu ainda estabelecer um convívio harmonioso com a natureza. Já que estamos a falar em “Animais em Perigo de Extinção”, para que no futuro possamos impedir estes tristes desaparecimentos e para provar que o assunto é mesmo sério e grave vou referir um animal, mais propriamente uma ave, o Dodô, que, infelizmente, foi extinta há quase 200 anos. Pesava cerca de 23 kg e media aproximadamente 50 centímetros de comprimento. Esta simpática ave, que muitos consideravam feia, devido à sua aparência um pouco desajeitada (talvez daí a minha simpatia por ela) vivia em pequenas ilhas do Oceano Índico, como as Ilhas Maurícias e Reunião. O Dodô não voava e, segundo parece, convivia bem com os humanos e não fugia deles. Daí que os marinheiros, talvez os Portugueses, que foram dos primeiros povos europeus a chegar a essas ilhas, as apanhassem e se alimentassem da sua carne contribuindo para a sua extinção, juntamente com outros animais (porcos) por eles introduzidos e que também apreciavam a sua carne. O Dodô foi visto pela última vez nas ilhas Maurícias e actualmente existem somente alguns ossos e crânios que estão expostos em alguns museus da Europa.
Rafael Ovelheiro
quarta-feira, 3 de março de 2010
Colours of the Rainbow
The colours of the rainbow are seven: red, orange, yellow, green, blue, indigo and violet.
Aprendi também uma forma de decorar a sequência ou ordem dessas cores de fora para dentro do arco, através de uma mnemónica que significa arte de ajudar a memória com certas fórmulas e referências.
"Vermelho lá vai violeta" em Português. "Roygbiv" em Inglês.
Depois, estive a pintar com guache uma tela e a misturar cores para fazer as cores do arco-íris.
Maria Inês
A Malta do Alcoitão
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