quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Estrelas e uma Girafa

Antes de ler a obra "A Girafa que Comia Estrelas" de José Eduardo Agualusa, observei a capa e imaginei que a história seria assim:

A Girafa Bruna

Era uma vez uma girafa que se chama Bruna.
Ela é bonita, tem olhos de gata, lábios macios, orelhas pequenas e pescoço comprido e elegante.
Ela tem muitos amigos, os pais dela chamam-se : Carolina e Gonçalo. A Bruna todos os dias come 50% de folhas acácia. Os amigos dela chamam-se: Andreia, Ana, Grabiela, Miguel,Marta, Lara e Mariana.
A girafa Bruna vive numa savana calma e escondida onde os animais perigosos não a atacam. Ela é muito feliz naquela savana com os amigos e com a familía.
A Bruna gosta muito de brincar às escondidas com os seus amigos, de saltar ao eixo e de correr à apanhada.



Depois elaborei o bilhete de identidade de uma girafa, mas continuo a não perceber como pode uma girafa comer estrelas!


O B.I. da Girafa

É um mamífero com manchas na pele que é grossa e resistente. É alta, chega a medir 5m e 30cm de altura. A língua é muito comprida, podendo medir 40cm de comprimento e é utilizada, com a ajuda do lábio superior, para se alimentar.
Vivem na savana em África.
Uma savana é uma grande extensão de terra em África. Tem uma vegetação rasteira e algumas árvores como as acácias. Existem secas que duram até dez meses com temperaturas elevadas.

A fauna de uma savana (conjunto de animais que habitam uma região) é composta por búfalos, girafas, elefantes, rinocerontes, zebras, impalas, leões, leopardos, falcões, abutres e avestruzes.
A girafa alimenta-se de folhas dos ramos das acácias que são árvores africanas. É herbívora.
A girafa corre com grande velocidade e chega a atingir 50km por hora. Quando as fêmeas estão prontas para parir escolhem sempre o mesmo lugar calmo e escondido. As crias – filhotes são fortes e desenvolvidas, mas durante o primeiro ano de vida têm de ser protegidas pela mãe por causa dos animais predadores, como os leopardos e leões.

Carolina Andrade
A Malta do Alcoitão

Impressão Digital

Depois de termos feito o nosso auto-retrato, percebemos que somos muitos no mundo inteiro e todos temos maneiras de ser e aspecto diferentes. Tal como a nossa impressão digital.
Lemos o poema de António Gedeão, a professora explicou o significado de algumas frases que não percebíamos, fez-nos perguntas e, depois, passámos à acção: com uma almofada de carimbo, fizémos as nossas impressões digitais numa folha em branco e colámos fita-cola em cima de cada uma. Estivemos a observá-las e são mesmo todas diferentes umas das outras!

Impressão Digital

Os meus olhos são uns olhos.

E é com esses olhos uns
Que eu vejo no mundo escolhos
Onde outros com outros olhos,
Não vêem escolhos nenhuns.
Quem diz escolhos diz flores.
De tudo o mesmo se diz.
Onde uns vêem luto e dores
Uns outros descobrem cores
Do mais formoso matiz.
Nas ruas ou nas estradas
Onde passa tanta gente,
Uns vêem pedras pisadas,
Mas outros, gnomos e fadas
Num halo resplandecente.
Inútil seguir vizinhos,
Querer ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos.
Onde Sancho vê moinhos
D. Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos.
Vê gigantes? São gigantes.

António Gedeão, "Movimento Perpétuo", 1956

O que é então uma impressão digital? A professora obrigou-nos a ler este texto, antes de fazermos as nossas impressões digitais.
Se olhares bem para um dos teus dedos, vais poder observar um conjunto de “altos”, chamados nervuras ou linhas, que desenham arcos, remoinhos ou outras figuras abstractas. Estas nervuras funcionam como antiderrapante, se as nossas mãos e pés fossem lisos, os objectos escorregavam com muito maior facilidade.
Não há duas pessoas com a mesma impressão digital, por isso existe um método de prova de crimes ao qual se chama recolha e processamento de impressões digitais.
Quando tocamos em alguma superfície, deixamos resíduos de gordura, suor, etc., que permitem obter as impressões digitais ocultas. Se deixarmos a nossa marca num material moldável ou tivermos os dedos sujos de tinta ou sangue, obtemos as nossas impressões digitais visíveis.
Como retirar uma impressão digital das mãos?
Material:
• Uma almofada de carimbo
• Uma folha de papel branco
Procedimento:
1. Rola um dos teus dedos (na vertical) na almofada mas tem cuidado para não arrastares o dedo pela almofada.
2. De seguida volta a “rolar” o dedo, mas desta vez no papel (na horizontal).

Agora podes observar qual é o teu tipo de impressão digital.
Não há duas pessoas com impressões exactamente iguais.
A Malta do Alcoitão

Estrelas e Constelações

O céu é bonito de se ver, especialmente à noite. As estrelas aparecem como pontos brilhantes.
Quando olhamos com mais atenção distinguimos desenhos ligados aos pontos luminosos que olhamos. Para identificar as estrelas, o ser humano antigo ligava os grupos de estrelas que via e imaginava figuras de heróis, animais, objectos e deuses. As constelações (conjuntos de estrelas – nome colectivo) que nos são familiares são a herança da cultura grega na nossa civilização ocidental.
A luz das estrelas cintila ao contrário da luz dos planetas que se encontra sempre fixa.
O Sol que ilumina e brilha durante o dia também é uma estrela como as que à noite vemos brilhar.
As estrelas são compostas pelos elementos mais simples do universo: hidrogénio e hélio (gases). Produzem calor e luz, ou seja, são uma fonte de energia ao redor da qual planetas, asteróides e cometas vivem felizes.

Ursa Menor, Ursa Maior e a Estrela Polar

A partir desta imagem, criei uma constelação e dei-lhe um nome: a constelação Sapato.

Depois, criei outra constelação com as minhas próprias estrelas que se chamou: A Bandeira de Portugal.

Carolina Andrade

A Malta do Alcoitão

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Escrevemos Cartas

Depois de estudarmos a estrutura da carta informal, escrevemos uma carta, assinámos e utilizámos lacre e um sinete que a professora Sónia trouxe. Foi muito divertido e até os mais pequenos do Jardim de Infância participaram. Só não mexemos nos fósforos...

Estas são as nossas cartas no Jornal de Parede do Alcoitão.
A Malta do Alcoitão

Antes do Selo

As primeiras mensagens eram em pergaminho enrolado com um atilho, depois constituídas por uma única folha de papel, convenientemente dobrada, apresentando a forma de um rectângulo alongado no sentido horizontal, forma que ainda permanece nos nossos dias. Numa das faces, escrevia-se o texto da carta e, na outra, após a dobragem, escrevia-se o nome do destinatário, endereço e colocavam-se as marcas postais.
Inicialmente, as cartas eram lacradas com cera e, posteriormente, com lacre, sendo este derretido e antes que endurecesse, recebia a marca de origem e segurança (sinete, anel, etc.), que caracterizava o remetente. Com a propagação do uso do papel, surge em Inglaterra, o envelope, com as mesmas características actualmente conhecidas.Com o passar do tempo, a correspondência deixou de ser privilégio de poucos para se transformar numa iniciativa popular e acessível a todos.

O lacre é uma substância obtida através da mistura de resina (retirada de árvores), terebentina e matéria corante que serve para fechar e selar cartas, garrafas e outros objectos.
O lacre está normalmente disponível em forma de barras. A barra funde-se na extremidade mediante um lume, para depois colocá-lo no envelope ou num documento. Quando a cera está ainda macia, imprime-se com um sinete, habitualmente de metal e que contém um desenho ou símbolo que caracteriza o remetente ou destinador e assinala a abertura da carta ou de uma encomenda.

O SELO

Embora já existissem coleccionadores de carimbos e cartas, a data do início da Filatelia (estudo e colecção dos selos do correio) é considerada como a data do lançamento do primeiro selo postal do mundo – o selo negro Penny Black, a 6 de Maio de 1840.
O coleccionismo de selos começou imediatamente após o primeiro selo, graças à sua adopção internacional que fez surgir outros selos em outros países e, consequentemente, os seus coleccionadores.
Os selos, enquanto objectos de expressão e comunicação visual que circulam num país, sempre transmitiram mensagens e ideias em função do contexto social, histórico e económico em que foram emitidos.
Os selos editados para comemorar, para lembrar, para apoiar e transmitir ideias, acontecimentos, personalidades importantes, mantêm, ainda hoje, importância como objecto de identidade e memória do nosso tempo e como testemunho visual dos valores da nossa sociedade.
Embora tantas vezes substituídos por máquinas de franquia e correio electrónico, são ainda um objecto artístico a preservar, sendo acarinhados pelos CTT que os editam, e por todos os filatelistas que se dedicam a coleccioná-los. Apesar do seu tamanho e fragilidade, alguns selos mais raros chegam a atingir valores muito elevados.
Pesquisa elaborada na internet e na revista Noesis
A Malta do Alcoitão

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Faz de Conta que Sou...

O meu nome é Monstro da Selva, porque sou o mais forte e violento de todos os animais. Nenhum animal pode refilar comigo.
Tenho os olhos castanhos como um leão e os cabelos negros como um animal feroz. O meu corpo está cheio de pêlos e espinhos grossos nas costas.
Quando o vento passa por mim, levanta-me o pêlo. O meu corpo é feito de pêlo do outro animal que era um monstro como eu.
Quando fico triste, choro, porque tenho saudades dos meus pais que morreram quando tinha três anos de idade. Quando fico zangado, apareço à frente dos animais e sou capaz de comê-los.
Quando não consigo mais comer, mordo-os e podem morrer.
Quando estou contente, sou amiga dos animais, brinco com eles, mas há animais que têm medo de mim.
Os meus maiores defeitos são os seguintes: teimoso, mau e violento.


Carolina Andrade
A Malta do Alcoitão

Os Nossos Acrósticos

Carolina Andrade
Mentiroso de vez em quando.
Inteligente quando quero.
Generoso com toda a gente.
Universal porque sou humano.
Emotivo porque me irrito com facilidade.
Lusitano porque é a minha terra – PORTUGAL!

Miguel Craveiro

A Malta do Alcoitão