quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Estrelas e Constelações

O céu é bonito de se ver, especialmente à noite. As estrelas aparecem como pontos brilhantes.
Quando olhamos com mais atenção distinguimos desenhos ligados aos pontos luminosos que olhamos. Para identificar as estrelas, o ser humano antigo ligava os grupos de estrelas que via e imaginava figuras de heróis, animais, objectos e deuses. As constelações (conjuntos de estrelas – nome colectivo) que nos são familiares são a herança da cultura grega na nossa civilização ocidental.
A luz das estrelas cintila ao contrário da luz dos planetas que se encontra sempre fixa.
O Sol que ilumina e brilha durante o dia também é uma estrela como as que à noite vemos brilhar.
As estrelas são compostas pelos elementos mais simples do universo: hidrogénio e hélio (gases). Produzem calor e luz, ou seja, são uma fonte de energia ao redor da qual planetas, asteróides e cometas vivem felizes.

Ursa Menor, Ursa Maior e a Estrela Polar

A partir desta imagem, criei uma constelação e dei-lhe um nome: a constelação Sapato.

Depois, criei outra constelação com as minhas próprias estrelas que se chamou: A Bandeira de Portugal.

Carolina Andrade

A Malta do Alcoitão

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Escrevemos Cartas

Depois de estudarmos a estrutura da carta informal, escrevemos uma carta, assinámos e utilizámos lacre e um sinete que a professora Sónia trouxe. Foi muito divertido e até os mais pequenos do Jardim de Infância participaram. Só não mexemos nos fósforos...

Estas são as nossas cartas no Jornal de Parede do Alcoitão.
A Malta do Alcoitão

Antes do Selo

As primeiras mensagens eram em pergaminho enrolado com um atilho, depois constituídas por uma única folha de papel, convenientemente dobrada, apresentando a forma de um rectângulo alongado no sentido horizontal, forma que ainda permanece nos nossos dias. Numa das faces, escrevia-se o texto da carta e, na outra, após a dobragem, escrevia-se o nome do destinatário, endereço e colocavam-se as marcas postais.
Inicialmente, as cartas eram lacradas com cera e, posteriormente, com lacre, sendo este derretido e antes que endurecesse, recebia a marca de origem e segurança (sinete, anel, etc.), que caracterizava o remetente. Com a propagação do uso do papel, surge em Inglaterra, o envelope, com as mesmas características actualmente conhecidas.Com o passar do tempo, a correspondência deixou de ser privilégio de poucos para se transformar numa iniciativa popular e acessível a todos.

O lacre é uma substância obtida através da mistura de resina (retirada de árvores), terebentina e matéria corante que serve para fechar e selar cartas, garrafas e outros objectos.
O lacre está normalmente disponível em forma de barras. A barra funde-se na extremidade mediante um lume, para depois colocá-lo no envelope ou num documento. Quando a cera está ainda macia, imprime-se com um sinete, habitualmente de metal e que contém um desenho ou símbolo que caracteriza o remetente ou destinador e assinala a abertura da carta ou de uma encomenda.

O SELO

Embora já existissem coleccionadores de carimbos e cartas, a data do início da Filatelia (estudo e colecção dos selos do correio) é considerada como a data do lançamento do primeiro selo postal do mundo – o selo negro Penny Black, a 6 de Maio de 1840.
O coleccionismo de selos começou imediatamente após o primeiro selo, graças à sua adopção internacional que fez surgir outros selos em outros países e, consequentemente, os seus coleccionadores.
Os selos, enquanto objectos de expressão e comunicação visual que circulam num país, sempre transmitiram mensagens e ideias em função do contexto social, histórico e económico em que foram emitidos.
Os selos editados para comemorar, para lembrar, para apoiar e transmitir ideias, acontecimentos, personalidades importantes, mantêm, ainda hoje, importância como objecto de identidade e memória do nosso tempo e como testemunho visual dos valores da nossa sociedade.
Embora tantas vezes substituídos por máquinas de franquia e correio electrónico, são ainda um objecto artístico a preservar, sendo acarinhados pelos CTT que os editam, e por todos os filatelistas que se dedicam a coleccioná-los. Apesar do seu tamanho e fragilidade, alguns selos mais raros chegam a atingir valores muito elevados.
Pesquisa elaborada na internet e na revista Noesis
A Malta do Alcoitão

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Faz de Conta que Sou...

O meu nome é Monstro da Selva, porque sou o mais forte e violento de todos os animais. Nenhum animal pode refilar comigo.
Tenho os olhos castanhos como um leão e os cabelos negros como um animal feroz. O meu corpo está cheio de pêlos e espinhos grossos nas costas.
Quando o vento passa por mim, levanta-me o pêlo. O meu corpo é feito de pêlo do outro animal que era um monstro como eu.
Quando fico triste, choro, porque tenho saudades dos meus pais que morreram quando tinha três anos de idade. Quando fico zangado, apareço à frente dos animais e sou capaz de comê-los.
Quando não consigo mais comer, mordo-os e podem morrer.
Quando estou contente, sou amiga dos animais, brinco com eles, mas há animais que têm medo de mim.
Os meus maiores defeitos são os seguintes: teimoso, mau e violento.


Carolina Andrade
A Malta do Alcoitão

Os Nossos Acrósticos

Carolina Andrade
Mentiroso de vez em quando.
Inteligente quando quero.
Generoso com toda a gente.
Universal porque sou humano.
Emotivo porque me irrito com facilidade.
Lusitano porque é a minha terra – PORTUGAL!

Miguel Craveiro

A Malta do Alcoitão

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Um Final de Ano Feliz

Sensibilizados pela importância de promover um espírito de cidadania e de respeito pelas questões do ambiente, nomeadamente, a consciencialização da população jovem para a importância da biodiversidade e, simultaneamente, sensibilizados pelo trabalho educativo e de socialização realizado nas escolas existentes em alguns hospitais da zona da Grande Lisboa, o Rotary Club Lisboa Estrela, parte integrante da organização Rotary International, Organização Não Governamental, que promove a boa vontade, paz e compreensão mundial através do apoio a iniciativas de melhoria da saúde, da educação e do combate à pobreza, decidiu propor ao CANTIC (Centro de Avaliação em Novas Tecnologias de Informação e Comunicação) um projecto relacionado com o tema BD - Biodiversidade.
A escola existente no Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, mais concretamente a professora Sónia Bártolo, integrada no Projecto TeleAula, decidiu aderir a este desafio e apresentou dois trabalhos que foram objecto de avaliação e de votação.
Foram entregues dois prémios aos trabalhos dos alunos do CMRA.
O primeiro prémio foi atribuído ao trabalho "Pedro e o Lobo", realizado em parceria com o Grupo Educacional, que contou com a participação de vários alunos: Miguel Ângelo, Pedro Dantas, Ricardo Cabral, Ricardo Mateus e Tiago Silva. Este trabalho colectivo teve como ponto de partida o visionamento do filme "Pedro e o Lobo" de Suzie Templeton que, embora tenha mantido a música e a história de Sergei Prokofiev, elaborou uma versão diferente para a fase final da narrativa. Pedro, o menino-herói, torna-se realmente num herói, ao libertar e devolver o lobo ao seu habitat natural - a floresta - pois verifica que esta espécie em vias de extinção irá ser morta pelos caçadores para apropriação da sua pele ou ser utilizada como animação no circo.
O terceiro prémio foi atribuído ao trabalho "A Maior Flor do Mundo" realizado pela aluna Patrícia Justo, após a leitura da obra homónima do escritor José Saramago e do visionamento de um pequeno filme, onde aparece também um menino-herói que salva uma flor da sede provocada pela devastação humana de uma "colina redonda" sem árvores.
Os prémios foram entregues em cerimónia realizada pelo Rotary Club Lisboa Estrela, no passado dia 26, no Hotel Real Parque, em Lisboa, onde estiveram presentes, além dos membros desta instituição, quatro professoras representantes de cada escola de hospital e um elemento do CANTIC.
Agradecemos a iniciativa do Rotary Club Lisboa Estrela porquanto possibilitou, através deste desafio, a participação activa de crianças e jovens em situação de internamento/isolamento e proporcionou recursos que são importantes para um melhor funcionamento das escolas sedeadas em hospitais. Nunca é demais salientar a alegria e o orgulho que este tipo de projectos oferecem aos participantes que vêem, assim, o seu trabalho valorizado pela sociedade envolvente.
A exposição dos trabalhos, no Hotel Real Parque, dos alunos das escolas dos seguintes hospitais: Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão, D. Estefânia, Instituto Português de Oncologia e Santa Maria
A BD sobre a obra "A Maior Flor do Mundo" de José Saramago
A BD sobre a obra "Pedro e o Lobo"
As maquetas que serviram de base para a BD "Pedro e o Lobo"
Os vários trabalhos em exposição
A professora Sónia Bártolo recebe os prémios e agradece aos membros do
Rotary Club Lisboa Estrela

terça-feira, 15 de junho de 2010

Dia Mundial do Ambiente em Alcoitão

Comemorámos o Dia Mundial do Ambiente no CMRA.
A turma do PCA1 da Escola Básica dos 2º e 3º ciclos de Alcabideche esteve connosco, representaram uma peça de teatro adaptada da obra "A Árvore Generosa" de Shel Silverstein e cantaram a canção "O Balão do João" em estilo "rap".
Nós também cantámos e a educadora Marta contou-nos histórias engraçadas e encantou-nos. Os nossos queridos Doutores Palhaços fizeram uma festa antes da festa começar, apesar de todas as 3ªs feiras estarmos com eles, desta vez foi o máximo!!!
Depois do espectáculo, fomos lanchar também em conjunto. O CMRA ofereceu bolinhos fofos e saborosos e também batatas fritas aos colegas da Escola de Alcabideche.
Obrigado PCA1 pela vossa presença. Adorámos a oferta dos vossos desenhos com o nosso retrato.




A Malta do Alcoitão