segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Imagino-me outras coisas

"Ah! Se eu fosse Doutora,
Sra. Professora,
Usava bata e estetoscópio,
E via no microscópio,
No meu hospital.

Ah! Se eu fosse Doutora,
Sra. Professora,
Deixaria tudo para chegar a tempo
Quando é urgente,
E curar o meu doente
Como um bom profissional."

Mariana Soares, 7ºD

Se eu fosse uma flor, seria girassol.
Se eu fosse uma cor, seria cor-de-rosa.
Se fosse uma profissão, seria cabeleireira.
Se fosse um lugar, seria um restaurante.
Se fosse um objeto, seria uma boneca.
Se fosse um fruto, seria uma laranja.
Se fosse um animal, seria golfinho.
Se fosse uma palavra, seria boa-noite.

Rebeca Diogo

Se eu fosse uma flor, seria uma rosa.
Se eu fosse uma cor, seria verde.
Se fosse uma profissão, seria um condutor de fórmula1.
Se fosse um lugar, seria um sofá.
Se fosse um objeto, seria um microscópio.
Se fosse um fruto, seria um pêssego.
Se fosse um animal, seria um leão.
Se fosse uma palavra, seria Sporting.

Estetoscópio, nome masculino, comum, que significa um instrumento para auscultar (ouvir), geralmente utilizado pelos médicos.

Miguel Gomes

Se eu fosse uma flor, seria um malmequer.
Se eu fosse uma cor, seria vermelho por causa do Benfica.
Se fosse uma profissão, seria médica para trabalhar no Alcoitão.
Se fosse um lugar, seria um arco-íris.
Se fosse um objeto, seria um lápis de cor.
Se fosse um fruto, seria uma uva.
Se fosse um animal, seria um gatinho.
Se fosse uma palavra, seria avô.

Ângela Pina
A malta do Alcoitão

terça-feira, 4 de outubro de 2011

A Sereia Apaixonada

Recriámos a história contada pelo Benjamim e pela Filipa, da Fundação do Gil, durante a Hora do Conto. Demos nomes às personagens, alterámos o espaço onde se passa a ação e a Ângela fez o desenho.


Era uma vez um rapaz, o João, que se apaixonou por uma sereia que se chamava Vanessa, numa praia situada em Carcavelos.
Uma sereia é um ser metade mulher, metade de peixe, por isso não podia casar com o João.
Então, ele foi pedir ajuda à fada do mar, a Maria, para o transformar em sereio.
Por sua vez, a Vanessa foi pedir à fada da terra, a Mariza, para se transformar em rapariga.
Quando se encontraram, viram que estavam trocados e choraram. Resolveram ir juntos pedir à fada madrinha do ar, a Lara, para os transformar em pássaros.
Este pedido foi concedido e eles foram transformados em duas caturras de cores lindas: amarelo, vermelho, cinzento e branco.
Foram felizes para sempre e tiveram muitos passarinhos numa árvore, na Austrália.


Miguel Monteiro, Ângela Maria e Rebeca Diogo
A malta do Alcoitão

Autorretrato

QUEM SOU EU?
A minha maior virtude é ser sorridente.
O meu maior defeito é ser teimoso.
Os meus passatempos preferidos são ver e jogar futebol, jogar playstation.
O que mais gosto nos outros é a educação.
O que não gosto nos outros é a agressividade.
Gosto de ler revistas.
A música que prefiro é rap.
Já fiz viagens a Espanha.
Gostaria de visitar a Alemanha.
Neste momento, o que mais me preocupa no mundo é a guerra.
O sonho que mais gostaria de realizar é ser rico, para dar dinheiro à minha mãe e comprar roupas e uma casa.
Gosto muito de golfinhos.


Nuno Barros
A malta do Alcoitão

Novo arquipélago no mapa

A Ângela observou um globo terrestre e achou que era uma bola com países, muita água, linhas, árvores, palavras... Agora já sabe que aquele objeto representa o local onde vivemos. Já sabe distinguir um mar de um rio e transformou o seu nome num lugar ideal, ao sol, perto do continente africano para viver com a sua mãe.


Arquipélago Ângela

Fica situado entre a Madeira e África, no Oceano Atlântico.
Habitantes: dois (eu e a minha mãe)
Animais: cães, gatos, aves, peixes e coelhos.
Vegetação: árvores, relva, árvores de fruto e algumas montanhas.
Barcos: um barco que se chama Benfica e leva as pessoas de uma ilha para outra.


Ângela Pina

A malta do Alcoitão

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Viagem à roda do nosso nome

Iniciámos o ano letivo 2011/2012 com uma viagem à roda do nosso nome.


Lemos um texto de Alice Vieira, retirado do seu livro "Viagem à roda do meu nome", que narra a história do Abílio, um rapaz que detesta o seu nome.

Junto dos nossos pais e família, vamos tentar saber a razão por que nos puseram os nossos nomes e prometemos que vamos revelar.

Entretanto, imaginámos que o nosso nome seria uma terra. Observámos um globo terrestre e escolhemos um local junto de um continente e no meio de um oceano. Desenhámos e demos características ao nosso nome.
A Ilha Rebeca fica situada no Oceano Pacífico, em frente ao estado de Califórnia, na América do Norte. Tem cem habitantes. A vegetação é composta por duas grandes florestas, uma montanha e uma praia. As pessoas alimentam-se de uvas, laranjas, pera-abacate e peixes. Existem animais como o urso pardo, veados, esquilos e coelhos.
As Ilhas Diogo, Filipe, Rocha e Graça ficam no Oceano Índico, em frente a Moçambique, perto do continente africano. Têm cinco habitantes que se alimentam de bananas, abacates, batatas e carne. Nestas ilhas, existem florestas onde vivem girafas, elefantes e leões. Nas ilhas mais pequenas há muitas praias.
A Ilha David tem mil habitantes, vinte barcos, cinquenta escolas e fica situada no Polo Norte, junto à Gronelândia. A sua vegetação chama-se tundra. As pessoas alimentam-se de peixe, pão, leite, fruta e sopa. Os principais animais que fazem parte da fauna desta ilha são as focas, os ursos e peixes de várias espécies.
O Arquipélago Miguel Gomes fica situado no Oceano Atlântico, perto de Portugal. Existem cem mil habitantes que se alimentam de batatas, carne, uvas e maçã assada. Quanto à vegetação, há muitas árvores de frutos coloridos e uma ilha com uma floresta onde habitam linces-ibéricos, coelhos e aves.

David, Diogo, Miguel e Rebeca
A malta do Alcoitão

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Os Santos Populares e o Nosso Jornal de Parede

O mês de Junho é o mês dos santos populares.
Santo António a 13, São João a 24 e São Pedro a 29.
Sardinha assada, bailes e bailaricos, manjericos que deitam um cheiro bom e versos populares, balões de várias cores, fogueiras, canções e marchas populares fazem parte da tradição portuguesa no mês de Junho.


Santo António nasceu em Lisboa no fim do século XII. O seu verdadeiro nome era Fernando Bolhão (ou de Bulhões) e os seus pais eram ricos.
Aos 20 anos decidiu abandonar a herança dos pais, dedicou-se à religião e passou a pertencer ao clero o que, nessa época, era uma grande honra.
No entanto, começou a ficar cansado de ver tanta falsidade à sua volta e tornou-se padre franciscano, ou seja, toda a sua vida passou a ser dedicada aos mais pobres.
Como sinal da sua dedicação à Igreja, mudou o nome de Fernando para Irmão António e começou a viajar por todo o mundo, tornando-se muito conhecido. Dedicou a sua vida a ajudar os outros de acordo com a maneira de ser dos padres franciscanos.
Também ficou muito conhecido pelas aulas que dava nas Universidades mais conhecidas da Europa.
Ficou conhecido como Santo António de Pádua, porque foi lá que viveu os seus últimos anos e pensa-se que terá morrido em 1231.
O dia de Santo António de Lisboa comemora-se dia 13 de Junho, porque é o dia em que ele morreu.
Ao contrário do que se pensa, Santo António não era namoradeiro nem brincalhão. No entanto, é conhecido como o "santo casamenteiro" e, por esse motivo, celebram-se muitos casamentos nesta altura do ano. Julga-se que houve uma mistura entre as festas pagãs e o Cristianismo. Como este santo é comemorado no início do Verão, numa época relacionada com a fecundidade - quando nascem novos frutos, novos cereais e as pessoas habitualmente celebravam o casamento. Além disso, é conhecido como um santo que ressuscita os mortos, que cura doenças, que assegura e multiplica os mantimentos, que ajuda os marinheiros, que dá felicidade no matrimónio, que encontra as coisas perdidas e que fala com o Menino Jesus.
Em Lisboa, festeja-se o Santo António, desde o século XVI. Havia danças, cortejos e procissões. Todos os bairros da cidade participavam nas festas e tentavam ser os mais vistosos.
É assim que nascem as marchas populares e os acontecimentos que ainda hoje existem.
As "Noivas de Santo António" apareceram em 1950 e tudo começou com o jornal "Diário Popular" que ajudava os mais pobres a fazer uma festa de casamento no dia do santo. Ofereciam o enxoval e os equipamentos domésticos através de vários comerciantes que ganhavam com a publicidade. E assim nasceu mais uma tradição.
Nas noites de Santo António acaba o silêncio na cidade de Lisboa e onde for a festa deste santo há sardinhas assadas, música, manjericos, pão quente, vinho e festa até a manhã chegar.
As crianças de Lisboa costumam pedir na rua "um tostãozinho para o Santo António", pois antigamente os mais novos faziam uns altares onde as pessoas podiam deixar esmolas para o santo ou para as crianças.



CURIOSIDADES:
Para as raparigas verem a cara do rapaz com quem vão casar:
"À meia-noite, a rapariga, num quarto às escuras, diante de um espelho, chama por Santo António sete vezes e acende uma vela... e logo verá reflectido o rosto do homem com quem casará."

Para as raparigas saberem o nome do rapaz com quem vão casar:
"As raparigas, depois de se apagarem as últimas labaredas da fogueira, atiram para as cinzas uma moeda. No outro dia vão buscar o dinheiro e dão-no ao primeiro mendigo que aparece, cujo nome é o nome do homem com quem casarão."


Fizemos quadras dedicadas ao Santo António, manjericos de cartolina e colámos no jornal de parede.
Vamos participar num concurso no Centro de Medicina de Alcoitão, o Pedro vai ler a cantar e já esteve a treinar.

Meu querido Santo António,
Como eu gosto de brincar!
Fui às danças populares
E encontrei lá o meu par!

Gosto muito de ti
Minha princesa do mar.
Quando andas a bailar,
Fico com a cabeça no ar.

Neste lindo Portugal,
Há santos para brincar.
Fui até ao quintal
Só para te ouvir cantar.

Meu Santo Antoninho,
Santo casamenteiro,
Não quero ficar sozinho
Sem amor como o primeiro.

Vítor Frazão

Oh, meu rico Santo António,
Eu perdi o meu amor!
Ajuda-me a encontrá-lo,
Faz-me esse grande favor!


Pedro Romeiro


A Malta do Alcoitão

terça-feira, 21 de junho de 2011

Os Nossos Taumatrópios

Fizemos os nossos taumatrópios com colagens: o Mickey aparece com uma imagem de estrela de circo, a Mafalda dá um beijinho ao Carlinhos e o coração brilha de paixão, o Bart dá um pontapé no mundo.



O Vítor bem tentou mostrar como funciona, a fotógrafa é que não presta e não se percebe bem.


Vítor Frazão e Pedro Romeiro

A Malta do Alcoitão