A malta do Alcoitão
sábado, 25 de maio de 2013
A viagem pelo mundo
Prometemos que fazíamos um desenho para o Alécio que está (ou esteve) internado no HDE e assim foi. Já lho oferecemos virtualmente.
“O Voo do golfinho” de Ondjaki
Antes da leitura:
Durante a
observação da capa do livro, a Danniella e a Victoria disseram que a cor azul
lembrava os pássaros e a água do mar. Imaginaram que a história seria a de um
golfinho com um bico de pássaro que tinha muitos amigos pássaros e que, um dia,
tinha dado às suas barbatanas e elas se tinham transformado em asas.
Para elas,
seria uma história com um final feliz, porque o golfinho, quando se transformou
num golfinho-voador, ganhou ainda mais amigos.
Depois da leitura:
1 - Depois
da história lida, fizemos o resumo:
É a história de um golfinho que queria voar e, por isso tinha um bico
de diferente. Sabem que bico? Um bico de pássaro.
A vontade de ser pássaro era tanta que ele acabou por se transformar
num pássaro.
2 - E tu? O que queres ser? -
perguntou a professora Sónia.
· Eu quero ser uma fada para fazer
magia e voar. (Victoria)
· Eu queria ser um gato para miar. (Danniella)
3 - Recordámos
nomes de pássaros, como por exemplo:
Águia, pato, cisne, melro, mocho (Victoria)
Andorinha, gaivota, periquito, pavão, papagaio
(Danniella)
A negrito,
dentro dos nomes dos pássaros encontramos algumas palavras escondidas: guia,
pá, mel, mó, dor, Ivo, pé, papá, ai, ando, ato, ri, vão.
4 - Depois,
jogámos a um jogo divertido com nomes de animais. Durante 20 minutos, os
animais que tirávamos à sorte da caixa tinham que ter um defeito e nós não
queríamos ser esse animal. O último que calhava, mesmo que não gostássemos dele,
era obrigatório dizer que sim e dar-lhe uma qualidade. Mas ficamos contentes
com o animal que nos calhou: urso (Victoria) e cisne (Danniella).
Danniella e Victoria
A malta do Alcoitão
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Histórias entre histórias
O golfinho Manuel
O golfinho Manuel vivia no mar salgado perto da areia, na Praia da Rainha.
Ele gosta de comer peixes pequenos, de mergulhar, de brincar com os outros golfinhos.
Não gosta que deitem lixo na sua casa, mas as pessoas deixam na praia garrafas de vidro e de plástico, papéis, caroços e cascas de fruta.
As ondas do mar vêm, durante o dia, e levam o lixo para o fundo do mar.
Então, o golfinho Manuel foi falar com os amigos para pedir ajuda para avisar as pessoas que devem deitar o lixo para os caixotes.
Juntaram-se todos e fizeram uma dança com bolhas de água que diziam:
Não devem pôr o lixo para a água salgada! Há aí caixotes do lixo! Tratem bem a natureza, por favor.
As pessoas obedeceram aos golfinhos e nunca mais deitaram lixo para a água salgada.
Os golfinhos ficaram muito felizes.
Victoria Fernandes da Costa Mattos
O golfinho João
O golfinho João vive no mar salgado perto da areia, na Praia da Rainha. Ele gosta de comer peixes grandes, de mergulhar, de brincar com os outros golfinhos.
Não gosta que deitem lixo na sua casa, mas as pessoas deixam de propósito na praia garrafas de vidro e de plástico, papéis, caroços e cascas de fruta.
As ondas do mar vêm, durante o dia, e levam o lixo para o fundo do mar.
O golfinho João tem uma amiga golfinho que se chama Mariana e que tem poderes mágicos: consegue fazer os golfinhos falarem a língua dos humanos. Então, lembrou-se de lhe pedir para ter o dom de falar português.
A Mariana conseguiu que o amigo falasse e fosse à beira-mar e gritasse para as pessoas que apanharam um grande susto:
_ Crianças e adultos desta praia, não deitem lixo para o chão!
O golfinho aprendeu a falar com as pessoas, ficou feliz e, depois, foi brincar com a Mariana. Nunca mais ninguém sujou a praia.
Bruno Lopes
A malta do Alcoitão
sábado, 13 de abril de 2013
O nosso jornal de parede
O nosso jornal de parede, este ano letivo, está dentro da sala de aula, porque a parede do corredor onde se encontrava está danificada. Estamos à espera que seja arranjada.
Deixamos algumas imagens para poderem ter uma ideia de como está.
A malta do Alcoitão
Deixamos algumas imagens para poderem ter uma ideia de como está.
A malta do Alcoitão
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Ilha Bondosa
Nome: Ilha Bondosa
Localização: situada a 1000 km da costa africana, dentro do Oceano Atlântico.
Informação: é uma ilha invisível que fica ao largo da Guiné-Bissau, na
costa oeste.
Andava perdido no oceano há
mais de um mês, já não tinha quase água nenhuma e encontrei esta ilha maravilhosa.
Comecei a ver um nevoeiro
estranho. Curioso, fui até lá e vi que era uma ilha. Uma ilha
invisível e só eu consegui entrar nela, porque a porta era através do nevoeiro.
Nessa ilha, vivia um povo que
nunca tinha tido contacto com o mundo.
Quando esse povo me viu, pensava que eu
era um deus. Vieram todos para me dar as boas vindas. Nunca tinham visto um
navio tão grande nem uma pessoa da minha cor.
A ilha era grande e rodeada
por águas brancas, azuis e verdes. À sua volta havia rochas enormes com
várias cores, desde a cor da areia da praia até vários tons de castanhos e
verdes. No seu interior, tudo era verde com palmeiras e árvores gigantescas.
Nesta floresta, vivia uma tribo constituída por pessoas azuis que eram grandes caçadores. Tinham
riscas e orelhas bicudas. Caçavam com flechas e gostavam muito de peixe, mas
tinham muito medo do mar, porque pensavam que o mar era um monstro que os podia
engolir. Então, trocavam peixe por carne, porque a raça da beira-mar era uma raça de
pescadores.
Essa raça não era azul. Eram
castanhos e eram muito sorridentes. Cobriam a cabeça e o pescoço com panos
brancos para se protegerem do sol e da poeira. Tinham muito gosto no seu cabelo e nos penteados que faziam.
A minha ilha chama-se Ilha
Bondosa, porque o povo do interior e do exterior ajudava-se uns aos outros.
Mandei construir um castelo no topo da ilha onde o povo bondoso se juntava para
fazer reuniões para o bem da ilha.
O meu povo tem muita força de vontade, eu
digo o meu povo, porque eles me elegeram o seu rei.
A bandeira do povo da Ilha Bondosa
A moeda
O povo pescador
Malam Sane
A malta do Alcoitão
A malta do Alcoitão
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Uma experiência com sementes
Água
Uma variedade de sementes
Tabuleiro de plástico
Lupas
Pinça
Um pedaço de madeira
Uma folha A4 de cartão
1º DIA: colocámos sementes de milho, fava, feijão vermelho, grão, ervilha, caroço de pêssego, tremoço, ameixa, tâmara, pinhão e cereja em água.
Ao fim de uma hora, algumas sementes começaram a ficar enrugadas.
2º DIA: ao fim de 24h verificámos que todas as sementes tinham mudado de cor mas só algumas é que tinham mudado de tamanho. Incharam e absorveram a água em grande quantidade.
3º DIA: pegámos num pedaço de madeira e colocámos em cima uma semente.
Primeiro, retirámos uma semente demolhada e comparámos com as secas. Verificámos que algumas aumentaram de tamanho, como por exemplo, a fava, o grão, o tremoço e a ervilha.
Depois, com a ajuda de uma pinça, retirámos a pele das sementes - o tegumento.
Chegamos à conclusão que todas as sementes eram compostas por duas partes, as reservas alimentares (cotilédones), à exceção do milho que apresenta apenas um cotilédone (planta monocotiledónea).
Todas as sementes tinham um embrião que, com a ajuda da água, iniciou o processo de germinação que irá dar origem à planta.
As sementes são compostas por três partes:
O tegumento (pele);
Os cotilédones (partes da semente);
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