domingo, 9 de março de 2014

O nosso projeto eTwinning

Entrámos no projeto eTwinning "Let's Animate!"
Criámos personagens a partir de objetos velhos prontos para irem para o lixo, reciclámos e apresentámos aos nossos colegas que votaram num deles. Ganhou a nossa baleia! Quando as votações terminarem, as escolas dos vários países vão elaborar uma história conjunta com todas as personagens que ganharam. Sigam-nos no blogue indicado em cima!
Deixamos alguns filmes para poderem ver o nosso trabalho feito.



quinta-feira, 6 de março de 2014

As cores do inverno


Inverno
A Natureza veste-se de branco.
Vem a chuva e o vento frio.
O vento paira no nosso rosto.
A chuva molha-nos com aquela água fria que ela traz.

Nas ruas vemos as árvores dançando ao som do vento
E os lagos enchendo-se de chuva fria.
Os animais estão nas suas tocas à espera que o sol volte.

O inverno é triste,
Mas lindo com o som da chuva, do vento e a natureza de branco.
Quem passa na rua vendo a natureza,
Pensa que se vai casar por estar de branco.

Até lá vamos esperando
Pelas paisagens rodeadas de sol!
Bruna Pitau

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O dia dos namorados na escola do Alcoitão

Este ano letivo, no nosso jornal de parede colocámos uma cesta com ramos de alfazema plantada e criada na horta da escola. Quem passava, tirava um ramo para si ou para oferecer.






 A Bruna fez uma réplica da pintura de Mikel Urmeneta que fala do amor no espaço. O amor é um sentimento universal que gostaríamos que fosse ainda mais universal.
Após ter estudado o texto poético, a aluna elaborou um poema sobre o sentimento "amor" com base em técnicas que lhe foram fornecidas.



Amar,
É um sentimento que não se vê,
Mas que se sente.
Amar é como um bolo de chocolate,
É doce e especial.

Quando se ama
É como se o mundo fosse mais belo,
Se tornasse mais colorido.

É tão bom quando amamos,
Nunca nos sentimos sós.
Estamos com a pessoa que amamos.
E sentimo-nos especiais.
Bruna Pitau 


A propósito da poesía concreta, dos poemas visuais, de signo linguístico (significado e significante), trabalhámos o poema de Décio Pignatari.

 Antes de te conhecer, estava perdido numa floresta sombria. 
Quando te conheci, as folhas ficaram mais verdes. As flores nasceram e um sol brilhante apareceu. Ajudaste-me a encontrar um caminho, uma saída deste passado obscuro. A minha floresta transformou-se num jardim onde viverei o resto da minha vida. Assim, um eu transformou-se em nós.
António Fonseca 


Fizemos selos subordinados ao tema para enfeitar os nossos trabalhos.




A malta do Alcoitão

Um diálogo ecológico


Flor elaborada, com materiais reciclados, por Bruna Pitau

A partir do visionamento do filme de animação "A maior flor do mundo", baseado no conto homónimo de José Saramago, e da leitura da Carta Europeia da Água, a Bruna criou um diálogo entre a flor e o rapaz.

_ Olá, eu chamo-me Margarida. Sou a maior flor do mundo e estou grata por tu, João, me teres dado água para me salvar a vida.
_ Quantos anos tens, Margarida?
_ Tenho 5 anos e vivia à sombra daquela minha amiga cerejeira que o teu pai arrancou no outro dia.
_ Desculpa, o meu pai foi ingrato. Não percebeu que tu e a cerejeira eram tão amigas que não podiam viver uma sem a outra. A amizade é assim…
_ Tu estás perdoado, porque não foste tu que tiveste a culpa e de certeza que o teu pai já aprendeu a lição. Os seres humanos deviam aprender que todos somos importantes uns para os outros. Por exemplo, nós não podemos viver sem água, por isso é preciso que cuidem de nós, vegetação, e de todos os elementos da Natureza.
_ O que achas, Margarida, já que tu és sábia, o que devemos fazer para preservar a água?
_ Então, vocês devem poupar água e nunca o contrário: desperdiçar. Por exemplo, para cuidarmos da água, não podemos deixar torneiras a pingar, mangueiras deixadas com água a correr, não tomar banho de imersão que gasta o dobro de água.
_ Então e o que devemos fazer mais?
_ Verifica se as torneiras estão bem fechadas. Toma duches rápidos. Quando lavares o carro com o teu pai, utiliza uma esponja e um balde. Quando lavares a loiça no lava-loiça, junta uma quantidade boa de loiça para não lavares individualmente, pois gastas mais água se lavares debaixo da torneira. Ah! E mais uma coisa! Sabias que cada pessoa gasta em média 100 litros de água por dia?
_ A sério? Mas eu não gasto assim tanta água!
_ Esqueci-me de te dizer que nas aldeias e em regiões pouco desenvolvidas gasta-se menos água.
_ Mas eu tenho um jardim onde gasto muita água. O que achas que eu faça?
_ Então começa a poupar!
_ Mas como?
_ Rega o teu jardim de manhã bem cedo ou à noite, quando há menos calor.
_ Obrigada Margarida. O que tu sabes!
_ Sei mais umas coisas. Olha, sabias também que há uma Carta Europeia da Água?
_ A sério?
_ Foi criada em maio de 1968 e contém os princípios para a preservação deste bem natural e precioso. Assim, talvez a água não nos falte no futuro.


Bruna Pitau

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Poema à flor

Depois de visionarmos o filme "A maior flor do mundo" e de lermos a obra homónima de José Saramago, vamos elaborar algumas tarefas sobre esta história.
Um poema e um desenho são os primeiros desta leva de trabalhos.


quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

O quivi, um fruto saudável

Origem: sul da China

Propriedades: tem quase o dobro da vitamina C da laranja o que é bom para o sistema imunitário; mais fibra do que a maçã que é ótimo para a digestão; vitamina E para manter a pele jovem; cobre para nos dar energia; contém, ainda, betacaroteno e luteína que previnem doenças cancerígenas.

Como escolher: carregamos suavemente com o polegar na zona média do fruto, se sentirmos que está ligeiramente mole e volta à sua forma inicial significa que está pronto para comer. Deve-se evitar comprar aqueles que estão com um aspeto enrugado.

Como conservar: no frigorífico e evitar misturar com outra fruta.

Ideias para comer quivi: pode-se comer simples, em batidos, compotas, sobremesas ou como aperitivo.

Uma receita saudável:
Compota de quivi  
 Ingredientes:

 1 kg de quivi aos pedaços
 500 g de açúcar
 3 colheres de sopa de sumo de limão 

Modo de preparação:

Primeiro, leve ao lume uma panela ou um tacho com os pedaços de quivi, o açúcar e o sumo de limão, durante 15 minutos, e mexa muito bem para não pegar ao fundo. Depois, retire do lume e triture com a varinha mágica, colocando, em seguida, em frascos coloridos e com um rótulo bonito. Colocar no frigorífico para ser comido fresco. 


Bruna Pitau

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

O ADN do quivi

Preparação do quivi

O ADN (ácido desoxirribonucleico) é uma molécula que contém a informação necessária para o funcionamento da unidade básica dos seres vivos – a célula. O ADN está para a célula como o cérebro está para o corpo humano ou o corpo diretivo está para uma escola.
As principais características do ADN são as seguintes:
Molécula constituída por nucleótidos (grupo fosfato, base azotada e desoxirribose);
Estrutura de cadeia dupla em hélice constituída por duas cadeias polinucleotídicas;
Localiza-se no núcleo e cloroplasto da célula;
A base azotada pode ser a adenina, citosina, guanina e timina.

Protocolo experimental 
Materiais: Quivi
10ml de detergente da loiça, 1 colher de sal e 70ml de água destiladaAlmofarizPapel de filtro2 tubos de ensaio
Álcool refrigerado2 recipientes de vidro. 
Procedimento: 1 -  Descasque e corte o quivi em bocados e coloque-o no almofariz;2 – Deite o sal e o detergente num frasco com água destilada. Agite    suavemente a mistura;3 – Coloque a mistura obtida no almofariz e triture;4 – Filtre, sucessivamente, o produto obtido através de papel de filtro;5 – Faça escorrer, lentamente, álcool refrigerado em quantidade igual à do filtrado. Espere algum tempo e observe a formação de duas fases: uma superior, alcoólica, e outra inferior, aquosa;6 – O ADN, insolúvel no álcool, agrega-se numa massa de filamentos esbranquiçada que contém proteínas e nucleótidos.
O objetivo desta experiência foi a visualização do ADN a olho nu, ou seja, os agregados de várias das suas moléculas. Conseguimos tirá-los do núcleo da célula através de diferentes técnicas laboratoriais.
Foi escolhido o quivi, porque é um fruto que é fácil de esmagar e a cor verde permite uma melhor distinção dos filamentos do ADN. O quivi é constituído por células vegetais que apresentam uma parede celular que é necessário romper para que o ADN possa ser libertado.
Isto consegue-se através da trituração / maceração do fruto. Foi também adicionado detergente de modo a que fossem rompidas as membranas celulares e nucleares das células que proporcionou a libertação do ADN do núcleo.
O sal misturado com a água forma iões de sódio e cloro pelo que permitiu remover e agregar as moléculas do ADN visto estas serem moléculas polares.
O álcool foi colocado no congelador para que se criasse um choque térmico e sendo imiscível com a água permitiu a ascensão dos agregados do ADN. O álcool, embora tenha estado no congelador durante 24 horas não congelou, porque isso apenas seria possível com temperaturas muito baixas.
Macerar o quivi

Adicionar o sal

Filtrar a solução #1

Filtrar a solução #2

Adicionar o álcool com muito cuidado

As duas camadas: uma alcoólica e outra aquosa

O ADN do quivi: os filamentos esbranquiçados

Através desta molécula tão importante consegue-se descobrir um possível homicida, identificar o verdadeiro pai ou mãe, criar clones ou organismos geneticamente modificados. O milho e a soja, por exemplo, têm sido alvo de manipulações a este nível e não há garantias de que este processo de criação de alimentos seja isento de riscos para a saúde quer do ser humano quer do ambiente.
Será conveniente, ao adquirirmos e consumirmos estes alimentos, procurar símbolos nos invólucros que refiram que estes são de agricultura biológica ou orgânicos.

Trabalho elaborado por António Fonseca (11º ano)
Orientação das professoras Alice Gonçalves e Sónia Bártolo