quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Sobre o mar sem luz

Estive a pesquisar as profundezas do mar e descobri várias curiosidades interessantes como as seguintes:
·   O mar mais profundo é mais escuro: de um azul mais profundo;
·   As zonas mais verdes do mar são as menos profundas;
·   Do menos profundo para o mais profundo: o Oceano Ártico, Oceano Antártico, Oceano Índico, Oceano Atlântico e o mais profundo é o Oceano Pacífico;
·    Nos vários oceanos existem lugares muito profundos a que se chamam fossas. Como exemplo:

No Oceano Pacífico:
Fossa das Marianas: 10 915 metros.
No Oceano Atlântico:
Fossa de Porto Rico: 8605 metros.
No Oceano Índico:
Fossa de Java: 7125 metros.

·    As zonas mais profundas dos oceanos chamam-se abissais e os seres que lá vivem também, porque vem da palavra abismo que significa profundeza, poço, precipício;
·   Esses seres têm um aspeto estranho e desenvolveram capacidades diferentes das que vivem nas zonas menos profundas.


Exemplos: o blobfish, o peixe-dragão, o peixe-ogro, caranguejo-aranha, diabo-do-mar e outros seres que ainda não têm nome.

·    À semelhança da nossa atmosfera também o mar tem várias camadas de profundidade como se vê nesta figura.


·    A partir dos 4000 metros já a luz do Sol não entra;
·    Outras características destas regiões sem luz são as seguintes:

1.   A pressão é tão forte que nenhum ser humano pode lá estar;
2.   A temperatura é muito baixa;
3.   Os seres abissais desenvolveram capacidades para se adaptar a estas regiões: alguns emitem luz própria (bioluminescência); outros têm a boca muito grande para apanhar facilmente comida; o estômago é largo e elástico para armazenar grandes quantidades de comida por muito tempo; alguns têm tentáculos e espinhos que servem de sensores para capturar as suas presas.

Blobfish 
Peixe-dragão
Peixe-ogro

David Gonçalves
A malta do Alcoitão

A Terra vista do Espaço à noite




Depois de visionar o vídeo “The Earth at night” para saber quais são os países e continentes mais iluminados, cheguei à conclusão que onde há mais luz é na Europa, nos Estados Unidos da América, em São Paulo e no Rio de Janeiro (Brasil), no Japão e  na China. As zonas menos iluminadas são a Rússia e o Continente Africano.
Há pontos luminosos nos oceanos que são de barcos e de poços petrolíferos. 
Os satélites que enviam estas imagens para a Terra permitem identificar barcos que estão a pescar em zonas onde não se pode.
Gostei de saber que há regiões muito iluminadas, porque há muita população e são mais desenvolvidas economicamente. As outras menos iluminadas são mais pobres e mais desertas.
Este filme foi realizado a partir de fotografias tiradas à Terra por um satélite durante 22 dias.

O país que eu gostava de visitar: o Japão

David Gonçalves
A Malta do Alcoitão




O meu coração é um mapa

A partir da análise e da interpretação de um cartoon de Gemma Correll, iniciámos o nosso trabalho na escola do Alcoitão. 
Conhecermo-nos e darmo-nos a conhecer foi o lema para a elaboração dos mapas individuais de cada um de nós. E se um mapa serve para nos orientarmos, então serve para nos dar luz! Faça-se luz sobre quem somos na senda de um ano que se aproxima para celebrar a "Luz e as Tecnologias Baseadas na Luz".

Desafiamos os leitores a descobrirem gostos, maneiras de ser e de estar na vida através do mapa do nosso coração. Não nos interpretem mal, por favor!








Já  começámos a preparar o nosso Natal. A primeira árvore foi feita a partir de uma revista velha.
Em breve, daremos mais notícias sobre estas árvores.

A malta do Alcoitão

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Breve abordagem à pintura

O Carlos elaborou este trabalho que demorou algumas horas, pois pesquisou muito para conseguir obter as informações necessárias. Estudante do 11º ano, Artes Visuais, continua a achar que Leonardo da Vinci é o melhor de todos! Assim sendo, nada como dar uma vista de olhos por todos os pintores que apareceram no cartoon que navegava na internet e apreciar algumas das obras de Arte que por esse mundo existem.

domingo, 1 de junho de 2014

Construção de um mobile

Pac-Man é um jogo eletrónico que pertence ao género “labirinto”, de origem japonesa conhecido no Japão pelo nome de Pakkuman.
O seu criador, Tohru Iwatani, inspirou-se, durante um jantar de amigos, numa pizza à qual faltava uma fatia. O nome do jogo tem origem no termo japonês paku-paku que significa a boca de uma pessoa a abrir e a fechar.
O jogo nasceu nos anos oitenta e tornou-se um dos jogos mais populares até aos nossos dias, sendo considerado um clássico da história dos videogames.

Como se joga:

O jogador é uma cabeça redonda amarela com uma boca que se abre e fecha, posicionado num labirinto simples cheio de pastilhas e quatro fantasmas que o perseguem. O objetivo será comer todas as pastilhas sem ser alcançado pelos fantasmas, em ritmo progressivo de dificuldade.

Curiosidade:

No dia 21 de Maio de 2010, o famoso Google criou um doodle especial para o Pac-Man que pode ser jogado. Para o jogar clique no seguinte link e divirta-se.



Elaborámos o mobile sobre este jogo com cartolina, restos de papel, linha e paus que forrámos com papel velho.

Dois dos quatro fantasmas

O mobile feito pelo Diogo
A malta do Alcoitão