domingo, 21 de dezembro de 2014

Ofertas simbólicas e desejos para 2015

Acabámos o nosso primeiro período com ofertas de Natal aos departamentos do serviço de Pediatria do CMRA.
Também recebemos alguns presentes. O postal da Terapia da Fala é muito lindo! Agradecemos.
Feliz natal e um ano de 2015 com muita luz!
Depois da sessão do conto sobre o Pai Natal, escrevemos cartas e uns acrósticos que vos deixamos (um deles está numa fotografia e lê-se bem):
Pai Natal dos animais 
Árvore de natal enfeitada 
Igreja dos anjinhos

Neste Natal está muito frio
Armar o presépio
Trazer os brinquedos
A mãe Natal é bonita
Lá nos Açores também há Natal
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Partilhar - neste momento temos de o fazer
Amor - deve haver amor para além do Natal
Igualdade - entre as pessoas
 
Nascer - aquele belo menino nasceu
Alegria - porque nesse dia haverá muita alegria
Ternura - porque Ele teve ternura por nós, nasceu
Amizade - nesta época, devemos sentir amizade uns pelos outros
Luz - porque aquele menino trouxe luz às nossas vidas
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Pinheiro com muitos enfeites 
Anjo da guarda é quem nos protege 
Inverno é o tempo do frio

Nós gostamos do Natal! 
Ai de mim, se não voltar a andar! 
Tanto trabalho para isso! 
Agora vou pedir ao Pai Natal 
Luzes, presentes e que volte a andar! 



Os origamis para oferecer
Esta moldura deu algum trabalho
Se nós mandássemos…
O postal da Terapia da Fala
A mensagem é muito bonita
A malta do Alcoitão

domingo, 14 de dezembro de 2014

Um conto sobre o Pai Natal

Na semana passada, ouvimos / lemos um conto sobre a existência ou não existência do Pai Natal: "Eu sei tudo sobre o Pai Natal", de Aurélie Blanz e Nathalie Delebarre.
A professora Sónia contou-nos a história, mostrou-nos as imagens do livro e interagimos com as nossa opiniões. Uns acreditam que este senhor, figura marcante desta época festiva, existe, outros não. Argumentos, contra-argumentos, sorrisos e lembranças encheram a nossa sala da escola.
Para terminar esta tarde controversa e divertida, fizemos origamis  da figura do Pai Natal com a orientação da professora Anabela.









Deixamos algumas imagens do nosso jornal de parede: um mobile feito com árvores de Natal pintadas nos intervalos das nossas tarefas escolares e uma árvore de Natal elaborada com duas revistas. Reciclagem no seu melhor! 
A realização desta árvore aparece filmada na nossa página do facebook






domingo, 9 de novembro de 2014

Uma barata brilhante, o pirilampo



O pirilampo, assim como o seu parente vaga-lume, é um dos insetos mais conhecidos por emitirem luz – fenómeno conhecido por bioluminescência. É um animal muito difícil de encontrar na natureza, por isso pouco estudado ainda.
Se os pirilampos fossem um lâmpada, seriam uma lâmpada eficiente, porque a luz que produzem é uma luz fria, ou seja, durante a sua produção não há praticamente perdas de calor. Ao contrário das lâmpadas incandescentes (apenas 10% da energia é convertida em luz), 90% da energia é transformada em luz visível.
À semelhança das borboletas, passam por um processo de metamorfose e, na idade adulta, vivem pouco tempo.

Alimentação: lesmas e caracóis.

Porque produzem luz?  Os pirilampos produzem luz através da oxidação de uma substância produzida pelo próprio corpo, a luciferina. Esta reação oxidante liberta energia  sob a forma de luz em vez de calor. Não sabemos como os pirilampos controlam as emissões de luz, pensa-se que seja na limitação do fluxo de oxigénio às luciferinas.

As luciferinas dos pirilampos: produzem luz em tons verde-claro;
nos vaga-lumes, a luz produzida é em tons amarelos em vez de verde.

Funções da luz: ataque, defesa, acasalamento (o pirilampo fêmea usa a sua luz para atrair um parceiro).


Curiosidades: a fêmea do pirilampo não voa, pois não têm asas; os ovos dos pirilampos são postos no verão em sítios húmidos (debaixo do musgo, por exemplo) e emitem um brilho fraco.

Desenho elaborado a carvão


André Anico
A malta do Alcoitão

O animal que vive no meu coração

No nosso coração cabem muitas coisas, tanto boas como más.

Eu, no meu coração, tenho Arraiolos, porque tive os melhores momentos e foi onde conheci uma das pessoas mais importantes da minha vida, a Inês. Conheci-a na creche e é a minha melhor amiga, pois é como irmã para mim.

Foi neste sítio que entrei em contacto com o meu animal favorito, o Dragão Barbudo.

Tenho muitos bons momentos, mas também maus, como por exemplo, ter sido atropelado em agosto deste ano, este é um acontecimento que eu gostava de esquecer.


No futuro espero que só entrem coisas boas no meu coração.

Desenho feito a carvão pelo aluno André Anico
O meu animal preferido

Nome comum: Dragão Barbudo

Nome binomial: Pogona Vitticeps

Classe: Reptilia

Características: tem o corpo coberto de escamas, é um animal meigo e sociável, por isso tolera bem o contacto com as pessoas. Têm formas de comunicação muito interessantes, ou seja, a sua linguagem gestual é fora de vulgar.
Por exemplo: acenar - talvez signifique submissão; abanar a cabeça verticalmente - significa, nos machos, domínio e, nas fêmeas, submissão; bufar - significa que pretende intimidar outro animal; levantar muito a cauda - significa que está desconfiado ou atento ao que se passa; exibir a barba - significa que se sentem ameaçados e é uma forma de meterem medo aos outros.
Quando se encontra em cativeiro, é necessário manter a temperatura elevada de acordo com as temperaturas a que estaria sujeito no seu meio ambiente natural.
A iluminação também é importante, porque se trata de uma animal de sangue frio que necessitam da luz solar para se desenvolver. No caso de estar em cativeiro, existem lâmpadas especiais que simulam os diferentes espectros solares. O fotoperíodo deve ser de 14 horas de dia e 10 horas à noite, nos meses de verão; nos meses de inverno, dever ser de 12 horas / 12 horas.


Esperança média de vida: 7 a 12 anos

Tamanho em adulto: pode atingir os 60 cm de comprimento

Cores:

Habitat: Austrália

Tipo de alimentação: o dragão barbudo é um animal omnívoro e a sua dieta é constituída por insetos, vegetais e frutos. Um dragão barbudo deve ser alimentado de duas a três vezes por dia, principalmente enquanto são pequenos.
Enquanto bebé a alimentação deve equilibrar-se entre 80% insectos e 20% vegetais e frutas. À medida que este cresce, as percentagens vão-se invertendo até atingir o estado adulto, onde a alimentação deve variar entre 80% de vegetais e frutos e apenas 20% insectos.
Cuidados:
A alface, além de ser nutritivamente pobre, pode provocar diarreias.
O tamanho do alimento nunca deve exceder a distância entre os dois olhos.

André Anico

A malta do Alcoitão